E seja lá no que for. O fanatismo impede a percepção dos erros mais elementares e sustenta poderes completamente descredibilizados. É péssimo para as organização e até para a democracia.
Os meus textos e os meus vídeos
quarta-feira, 25 de maio de 2022
domingo, 1 de março de 2020
"Andar, Respirar, Sentar!"
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E depois. há aquele textos que se diz após as primeiras frases: nem mais!
domingo, 18 de fevereiro de 2018
dos direitos e dos deveres
Se nas crianças são óbvias as vantagens do deitar cedo, nos adolescentes não é assim. Também a transição para o estado adulto requer adaptações progressivas. Durante anos prevaleceram critérios militaristas e improdutivos, que obrigavam os adultos a "marcar o ponto cedo" desconsiderando os ritmos biológicos.
Elegiam-se as primeiras horas do dia e todos tinham de parecer ocupados e eficientes. As restantes horas eram prolongamentos, os almoços intermináveis - bem regados e condimentados - e as noites "inexistentes". Os noctívagos que defendiam esse período como mais produtivo, para interagirem com pessoas em estado menos teatral ou para desenvolverem trabalhos que exigiam solidão, eram impedidos pelo "mundo do faz de conta que produzes". É interessante assistir à evolução dos direitos, até ao de dormir, que, nalguns casos, se pode considerar também um dever para não se impor aos outros a insensatez reconhecida pelos pediatras.
Já usei esta argumentação noutros posts.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
quarta-feira, 14 de junho de 2017
da dignidade e do politicamente incorrecto
(Parece que esta notícia ainda não se confirmou)
Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?
sábado, 25 de março de 2017
"Trump não é um epifenómeno"
José Pacheco Pereira, no Público, e Clara Ferreira Alves, no Expresso, entre outros, claro, escrevem textos de arrepiar (esta semana parece que combinaram na análise do trumpismo), mas que retratam, se me permitem, as sociedades actuais a partir de um ângulo de análise certeiro. Há um estilo de exercício do poder ("Trump não é um epifenómeno", de Pacheco Pereira) que se faz através do bullying. É triste, mas é assim; embora o feitiço se acabe por virar, e como sempre, contra o feiticeiro, como também parece ser o caso Trump.

domingo, 17 de maio de 2015
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
os adolescentes e o direito de dormir
Uns pediatras concluíram contra a corrente: "(...)Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer? Os pediatras americanos defendem que, no caso dos adolescentes, a máxima não é exequível e mais vale ajustar os horários das escolas. É contra a natureza dos miúdos deitarem-se muito cedo e é também por isso que a maioria não dorme o tempo que devia.(...)".
Se nas crianças são óbvias as vantagens do deitar muito cedo, nos adolescentes já não é assim. Começar as escolas por volta das 08h30 parece uma boa opção para se considerarem as preocupações dos referidos pediatras.
A idade de transição para o estado adulto requer adaptações progressivas.
Durante anos (no nosso estado novo eram mesmo totalitaristas) prevaleceram critérios militaristas, conservadores e mesmo improdutivos que "obrigavam os adultos" ao espartano "deitar cedo e levantar cedo" com desrespeito pelos ritmos biológicos.
As primeiras horas do dia eram consideradas eleitas e todos tinham de parecer muito ocupados e eficientes nesse período mesmo que se provasse a sua hipo glicemia (no treino desportivo foi mais do que comprovado). As restantes horas do dia eram proscritas e as noites consideradas "horas de pecado". Os noctívagos que defendiam esse período como mais produtivo, para interagirem com pessoas em estado menos teatral ou para desenvolverem trabalhos que exigiam solidão, eram olhados de lado pelo "mundo do trabalho". É interessante assistir a esta evolução dos direitos, até ao de dormir, que, nalguns casos, se pode considerar também um dever.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
sábado, 1 de março de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
da blogosfera - 5dias.net
"Choca-me tanto o CDS querer descer a escolaridade obrigatória como a progressista ideia de “esquerda” de não haver chumbos. Na vida há muitas ideias, não há só duas. Andamos entre os defensores da escola “fascista”, desigual, e os partidários do paternalismo e do facilitismo total, como se não existissem outras hipóteses de organização da educação.(...)"
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
mais sinais de mudança?
O que está por detrás dos números?
A ligação que sugiro refere-se a um texto de Bárbara Wong, jornalista do Público, sobre os rankings.
Depois de vários anos ligada a esta divulgação - o seu jornal foi pioneiro numa época em que o seu director, o liberal José Manuel Fernandes, era um Lurditas D´Oiro (mais tarde um fervoroso anti-Lurditas D´Oiro, veja-se lá) - a jornalista vai para lá dos números e começa por concluir: "(...)Se nas primeiras edições dos rankings me dava prazer conversar com as escolas que ficavam bem colocadas – perceber o que faziam de diferente, com a intenção de conhecer as boas práticas e de as poder partilhar com os leitores e com as escolas que podiam replicá-las; hoje, gosto de falar com as que ficam no fundo do ranking e descobrir que, na maior parte das vezes, fazem um trabalho exemplar.(...)".
Imagina-se o contributo do tratamento mediático, e alucinado, destas coisas.
É evidente que se uma escola vai descendo centenas de lugares a cada ranking, haverá detalhes que vão para além das variáveis externas.
Há critérios simples de eficiência que devem, desde logo, ser observados. A pontualidade como regra fundamental, o respeito escrupuloso pelas condições de realização de cada uma das aulas, a institucionalização da "pedagogia do silêncio" (as escolas do fim dos rankings têm a tendência para elevar a festa e o entretenimento que é exactamente o contrário das necessidades das suas populações), a produção escrita, e em avaliação permanente, do plano estratégico e o esforço para se evitar a tentação de passar para o exterior uma imagem que não corresponde à sua vida quotidiana.
Mas vale a pena ler o texto todo.
sábado, 26 de outubro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
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O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
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O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
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O Correntes mudou de casa. A nova morada é em https://correntesprudencio.blogspot.com/ A mudança da SAPO para o Blogspot deve-se ao encerr...
