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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Professores incluídos?

 


 


 


 


O SE Pedro Nuno Santos fechou, ontem, o debate OE2018 com um "hoje já sabemos que era possível governar sem culpar os portugueses. Espera-se que o partido do Governo respeite esta aprendizagem e que inclua os professores.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O OE2018 e o antigo arco

 


 


 


O BE "denunciou" o conhecido "lobismo" da EDP e embaraçou o antigo arco governativo no parlamento. O PS perturbou-se e o PSD e o CDS não são deste planeta.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Mercado(s)

 


 


 


O OE2018 inscreve 211 milhões de euros para o descongelamento das carreiras dos funcionários públicos (e acima de 1000 milhões para as falências do BES, Banif e BPN), como sublinha este texto de Santana Castilho. Se as dívidas aos professores ascendem aos impagáveis 5.400 milhões, o financiamento da banca já ultrapassou 20.000 milhões.


Soube-se, por estes dias, que os OE2018 e 2019 inscreverão 600 milhões para o descongelamento das carreiras dos funcionários públicos, que é uma quantia igual à contagem de todo o tempo de serviço dos professores (os únicos a quem o Governo não reconhece esse direito). Pois bem: que sejam esses os números. E o que é que os professores têm a ver com isso, a não ser terem contribuído como ninguém na administração pública para a redução do défice e terem sido alvo do maior despedimento colectivo da história? Não chega? Se não se descongelar carreiras, não há aumento de despesa. Se é para descongelar, que se faça para todos e com o faseamento possível. Ou será que não estou a equacionar bem o problema?


 


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Caldas da Rainha. Praça da fruta. Agosto de 2015.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

"Mais 600 milhões para pagar a professores", diz o spin

 


 


 


Consta por aí, e não vou procurar a fonte, que descongelar a carreira dos professores, incluindo os últimos sete anos e actualizando os salários, exigiria mais 600 milhões de euros ao OE2018 que é o equivalente ao descongelamento das carreiras de toda a função pública em 2018 e 2019. Aliás, também consta que a dívida aos professores já vai em 5 mil e 400 milhões de euros. Pois bem. Que sejam esses os números. E o que é que os professores têm a ver com isso, a não ser o facto de terem contribuído como ninguém para a redução do défice e terem sido alvo do maior despedimento colectivo da história? São, por acaso, um grupo de excluídos? Se não se descongelar carreiras, não há qualquer aumento de despesa. Se é para descongelar, que se faça para todos e com o faseamento possível. Ou será que não estou a equacionar bem o problema?


O que consta por aí é o seguinte:


 



«Descongelar carreira para todos os professores, devolvendo as progressões perdidas nos últimos sete anos e atualizando integralmente os salários, custaria 600 milhões de euros ao Estado. É tanto quanto o valor que o Governo pretende gastar com o descongelamento das carreiras de toda Função Pública em 2018 e 2019.»