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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

da praxe e do negócio

 


 


 


 


Vi a capa do DN de ontem numa área de serviço e não estranhei o título sobre a polémica das praxes. Não tenho feito posts sobre o assunto, mas vou captando alguns discursos. Estranhei, sou franco, o fervor com que se defendeu a tradição e a história das praxes. Pareceu-me que a tal lógica gananciosa tinha alguma relação com a coisa. O mercado está em todo o lado. Também me deixou perplexo a mistura das serenatas coimbrãs com o processo praxista. Ao que julgo saber, são manifestações académicas que não se relacionam. 


 


Sei que é matéria delicada para proibir, mas há um detalhe que considero primordial: nenhum jovem pode ser beliscado por recusar a suposta tradição e têm que ser garantidas as condições para o mais elementar exercício da liberdade.


 


 


 



 


 


 


 


 

sábado, 25 de janeiro de 2014

as praxes como sintoma?

 


 


 


 


 


As últimas semanas mediatizaram a violência entre jovens e jovens adultos. Li testemunhos impressionantes sobre "gangues de boas famílias que lutam quase até à morte" (que raio de título), numa peça onde também se lê que "(...)Às mãos do cirurgião plástico Biscaia Fraga chegam “cada vez mais” adolescentes que procuram disfarçar as cicatrizes deixadas por rixas violentas. “Querem corrigir sobretudo lesões no nariz, nos lábios, mas também cicatrizes na cara e no pescoço”, revela ao SOL o especialista, lembrando que até há cinco anos estes casos eram “raríssimos”.(...)".


 


Há uns anos que proliferam os casos de indisciplina e violência nas escolas. Não ouso classificar estes sintomas, mas tenha a certeza que a nossa sociedade era muito mais solidária e pacífica nas décadas de oitenta e noventa do século passado.


 


Estou a ver um documentário sobre praxes na RTP1 que teve impacto internacional. Estou perplexo com o que estou a ver.


 


Escolhi dois textos sobre o assunto de quadrantes políticos diferentes. O denominador é comum.


 


 


Pedro Bacelar de Vasconcelos.


 


 



 


 


Termina assim:


 



 


 


Vasco Pulido Valente.


 



 


E termina assim: