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sábado, 25 de janeiro de 2014

as praxes como sintoma?

 


 


 


 


 


As últimas semanas mediatizaram a violência entre jovens e jovens adultos. Li testemunhos impressionantes sobre "gangues de boas famílias que lutam quase até à morte" (que raio de título), numa peça onde também se lê que "(...)Às mãos do cirurgião plástico Biscaia Fraga chegam “cada vez mais” adolescentes que procuram disfarçar as cicatrizes deixadas por rixas violentas. “Querem corrigir sobretudo lesões no nariz, nos lábios, mas também cicatrizes na cara e no pescoço”, revela ao SOL o especialista, lembrando que até há cinco anos estes casos eram “raríssimos”.(...)".


 


Há uns anos que proliferam os casos de indisciplina e violência nas escolas. Não ouso classificar estes sintomas, mas tenha a certeza que a nossa sociedade era muito mais solidária e pacífica nas décadas de oitenta e noventa do século passado.


 


Estou a ver um documentário sobre praxes na RTP1 que teve impacto internacional. Estou perplexo com o que estou a ver.


 


Escolhi dois textos sobre o assunto de quadrantes políticos diferentes. O denominador é comum.


 


 


Pedro Bacelar de Vasconcelos.


 


 



 


 


Termina assim:


 



 


 


Vasco Pulido Valente.


 



 


E termina assim:



 


 


 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

imperdível e imperdoável

 


 


São muitos os responsáveis? Claro que sim. Mas há os que o são mais, na História bem recente e nos diversos órgãos de soberania.


 


segunda-feira, 30 de maio de 2011

osso

 


 


Não gosto de fazer posts sobre a violência nas escolas, mas não me passam ao lado os acontecimentos dos últimos dias. Há muito que se sabe que a ambição escolar da uma sociedade é decisiva para o sucesso escolar e que esse valor insuperável necessita de boas condições de vida; é assim e ponto final. Só depois, e numa fatia muito menor, é que entram as instalações escolares e o papel dos professores. É evidente que, por vezes e num ou noutro caso, um professor pode fazer a diferença.


 


Quando vemos manchetes de jornais com jovens presos ou com números da pobreza chocantes (2 em cada 5 crianças), mais se acentua o desprezo pelos pato-bravistas da parque escolar ou pelos trágicos perseguidores dos professores. Isto não é demagogia nem radicalismo esquerdista. É a dor de quem sente no osso o pulsar do quotidiano escolar.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

inevitável?

 



 


 


(encontrei a imagem aqui)


 


 


 


Tenho ideia de não me interessar por aí além pelas notícias à volta da indisciplina e da violência em ambiente escolar; sempre as entendi como fenómenos ligados à necessidade de vender informação a qualquer preço e também porque tenho tido a sorte de ter exercido as minhas funções profissionais em escolas libertas de algum modo destes flagelos sociais.


 


Mas nos últimos anos, e não só em Portugal, pois as receitas políticas que aplicamos são geralmente copiadas, o problema tem tido crescentes manifestações. As opiniões dos responsáveis institucionais apontam, em regra, para soluções que se circunscrevem à organização escolar; não concordo nada, mas mesmo nada, com isso. Aí não há grande coisa a fazer que já não se conheça e com todo um caminho ainda por percorrer: parece que não faz grande sentido o que acabei de escrever, mas são apenas aparências. O problema deve ser encarado pela sociedade na sua globalidade como se não existisse escola; ou seja, como educar as nossas crianças para que os professores lhes possam ensinar as matérias escolares.


 


Ora leia a notícia que se segue e tire as suas conclusões.


 



Lisboa é a região onde há mais inquéritos

Pais preocupados com dados do Ministério Público sobre violência escolar 

23.02.2009 - 19h58 Lusa

As associações de pais de Lisboa consideram "preocupantes" os dados hoje divulgados pelo Ministério Público que demonstram que Lisboa é a região onde há mais inquéritos relacionados com casos de violência escolar: cerca de 111 em 2008. Isidoro Roque, presidente da Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (FERLAP), considera "preocupante a quantidade de processos-crime relativos a violência em ambiente escolar", defendendo a urgência no combate à violência nas escolas.



"Problemas há muitos, mas poucas soluções", argumenta Isidoro Roque numa nota, alertando para a falta de medidas aplicadas nesta matéria. O presidente da Confederação das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, considera igualmente "inaceitável e lamentável" que estes problemas continuem a proliferar nas escolas.



"As escolas devem impor-se naquelas que são questões de comportamentos desviantes, combatendo-as através dor órgãos necessários", defendeu. Segundo Albino Almeida é necessário e urgente, no sentido de se resolver os problemas de indisciplina, analisar cada escola, porque cada caso é um caso, e auferir as condições reunidas para combater estas situações



Já a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) defende, em comunicado, a necessidade de serem criados gabinetes de apoio à integração dos alunos nas escolas, mais profissionais auxiliares para os estabelecimentos de ensino de maior risco, mas também o reforço do programa Escola Segura, da PSP.