Corta-se salários na função pública com dúvidas de constitucionalidade, prepara-se o despedimento de milhares de professores no ensino público e o actual presidente da República fica-se pelo silêncio; em nome dos altos interesses do estado, diz-se. Mas se se toca numa das franjas de eleitores desavindos com promulgações recentes, o candidato Cavaco Silva manda às malvas o interesse do estado e a opinião dos seus conhecidos dos tais mercado e ameaça com vetos.
A cooperação estratégica ainda em vigor exigiu os conhecidos arranjos de cosmética. É também por isso que a falência está há muito anunciada e com a benção do estratega dos votozinhos, outrora primeiro-ministro e actual presidente da República. É do tipo de comédia que acaba em tragédia.
Cavaco promulga diploma sobre apoio do Estado ao ensino particular
"Cavaco Silva promulgou o diploma que regula o apoio do Estado ao ensino particular e cooperativo, após "um diálogo estabelecido" entre Belém e o Governo que deu origem a um "novo texto".(...)"
Este Américo Thomaz é ainda pior que o outro...
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