Este documento é taxativo: o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) compreende o racionamento de tratamentos para o cancro ao publicar um parecer em que diz que o Ministério da Saúde “pode e deve racionar” o acesso a tratamentos mais dispendiosos para pessoas com cancro, Sida e doenças reumáticas. O presidente do CNECV afirma que o parecer derivou de um pedido do Ministério da Saúde.
Para Miguel Oliveira da Silva, presidente do CNECV, “é uma luta contra o desperdício e a ineficiência, que é enorme em Saúde”. O documento lincado refere também exames e meios complementares de diagnóstico como TACs, ecografias e ressonâncias magnéticas.
O CNECV acha que o racionamento de tratamentos é legítimo, que se deve efectuar depois de ouvidos os médicos, os gestores e os doentes, mas que depende dos custos e da justificação com o prolongamento da vida.
É um assunto polémico e nem sei se este conselho não devia ponderar mudar de nome.
"depende [..] da justificação com o prolongamento da vida."
ResponderEliminarIsto é inqualificável!
Terão feito as contas e descoberto que, apesar de tudo, este "método" acabará por sair mais barato do que a própria eutanásia desmascarada, já que nem tão pouco exigirá a administração de uma injeção letal ou algo afim?
É Ana. Tudo muito bélico: racionamento, por exemplo.
ResponderEliminarSem palavras Donatien.
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