segunda-feira, 26 de novembro de 2012

sei pouco sobre o assunto, mas

 


 


 


 


A notícia diz que "(...)as transportadoras públicas já gastaram 17,5 milhões de euros com despedimentos este ano(...)o que levou à saída de mais de 2000 trabalhadores desde meados de 2011(...)". Não sei detalhes sobre este processo, mas imagino que se dirá que se está a racionalizar, a ajustar, a eliminar ou a suprimir.




Exactamente como no sistema escolar. Os verbos são os mesmos.




Desde meados de 2011, já saíram cerca de 10000 professores contratados e alguns com perto de uma dezena de anos de serviço consecutivo. Estavam numa situação ilegal de precariedade contratual, que foi denunciada até pela Comissão Europeia e que obrigou à promessa de uma vinculação extraordinária.




O Governo, acompanhado pela tradicional FNE, prometeu, em plena crise dos horários zero, o que neste momento já está de novo engavetado. Esperam-se as indemnizações, para que Passos e Gaspar não andem pelo mundo financeiro a exibir modelos à custa do não cumprimento do direito mais elementar.













2 comentários:

  1. Crato fica com a imagem mais que manchada por continuar a insistir no desrespeito pelos direitos dos colegas contratados. Esta é uma situação mais que vergonhosa que deveria levar Crato a assumir perante Gaspar que o direito à indemnização por caducidade de contrato é mais que justa.
    Por outro lado, há que resolver de uma vez por todas a situação dos contratados necessários ao sistema. O próximo concurso geral é o momento idela para isso.

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  2. Concordo que Crato deve fazer isso. Quanto ao concurso não tenho opinião formada.

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