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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

sei pouco sobre o assunto, mas

 


 


 


 


A notícia diz que "(...)as transportadoras públicas já gastaram 17,5 milhões de euros com despedimentos este ano(...)o que levou à saída de mais de 2000 trabalhadores desde meados de 2011(...)". Não sei detalhes sobre este processo, mas imagino que se dirá que se está a racionalizar, a ajustar, a eliminar ou a suprimir.




Exactamente como no sistema escolar. Os verbos são os mesmos.




Desde meados de 2011, já saíram cerca de 10000 professores contratados e alguns com perto de uma dezena de anos de serviço consecutivo. Estavam numa situação ilegal de precariedade contratual, que foi denunciada até pela Comissão Europeia e que obrigou à promessa de uma vinculação extraordinária.




O Governo, acompanhado pela tradicional FNE, prometeu, em plena crise dos horários zero, o que neste momento já está de novo engavetado. Esperam-se as indemnizações, para que Passos e Gaspar não andem pelo mundo financeiro a exibir modelos à custa do não cumprimento do direito mais elementar.













quinta-feira, 7 de outubro de 2010

respostas

 


 


O erro grosseiro, como resultado da falta de profissionalismo e da negliglência manipuladora, causa sérios prejuízos às organizações e às finanças dos países. Se praticado na gestão pública deve ser considerado corrupção.

quarta-feira, 10 de março de 2010

intolerável

 


 


 


Impressiona e é intolerável. Um aluno agride um professor com uma cadeira dentro de uma sala de aula e no dia seguinte frequenta as aulas como se nada tivesse acontecido. Deve estar à espera do decurso do processo disciplinar. Isto é intolerável, repito. Já o discuti com um juiz que entendia, e no âmbito da garantia de direitos dos alunos, que o processo disciplinar com aqueles passos todos é fundamental a exemplo do que se passa nos tribunais. Não: a relação pedagógica não pode ser nada disso e é essencial confiar nos professores.


 


 



Rapaz agrediu professor com cadeira


 


"Aluno de 12 anos atacou o docente, que ontem foi  de muletas à Escola D. Pedro II, que  já abriu um inquérito


Um rapaz de 12 anos agrediu violentamente um professor, na sala de aula e em frente aos colegas, atirando-lhe com uma mochila na cara e batendo-lhe com uma cadeira nas pernas. O caso aconteceu segunda-feira numa turma do 6.º ano da Escola D. Pedro II, na Moita. O professor sentiu-se mal, correu para a casa de banho a vomitar e teve de ser assistido no Hospital do Barreiro. A escola já abriu um processo disciplinar ao aluno, que ontem foi à escola. O professor também surgiu na escola de muletas, mas não deu aulas.(...)