sexta-feira, 15 de novembro de 2013

de vexame em vexame

 


 


 


 


Pesei bem o título e podia usar os substantivos do costume como humilhação e vergonha.


 


Como se tinha previsto, a já longa alienação vigente vexa diariamente os professores. Desta vez é a prova de avaliação para os professores contratados.


 


São os telejornais que abrem com o assunto ou os jornais diários que incluem o tema em primeira página e ainda estamos nos primeiros episódios do desmiolo. Um enjoo difícil de suportar.


 


Por outro lado, nas redes sociais tropeça-se com os justos apelos à não comparência ou com graves, e também justos, apontares de dedo a quem aceite corrigir as ditas. Um desvario e um movimento uniformemente descendente para a profissionalidade dos professores. Dá ideia que a tutela, e quem os "spina", lá consegue instituir a miséria e virar professores contra professores. O medo, e o medo de ter medo, corporiza a planeada dilaceração da atmosfera relacional e profissional.


 


Este tipo de vexame é cíclico. Foi assim com os professores titulares, com a entrega de objectivos individuais no modelo de avaliação mais insano que se conheceu, com a aceitação de cargos de avaliadores, com as primeiras participações no modelo de gestão e por aí fora. São anos a fio de uma negatividade que parece não ter fim.


 

7 comentários:

  1. Subscrevo totalmente. Este clima de terror é insustentável, vergonhoso e, o pior, não resolve nada! Abraço.

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  2. Para memória futura, sugiro um monumento em homenagem ao professores desconhecido.

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  3. Manifesto, desde já, o meu antecipado desprezo por qualquer colega que se preste a corrigir ou vigiar a prova de um colega contratado. Dia 18 farei greve !!

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  4. Desprezo extensivo também a esta classe que nos desgoverna. Também vou mostrar o meu repúdio no dia 18

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