Muitos parabéns, Paulo! Finalmente houve professores com propriedade na matéria a debater os assuntos em causa na televisão, talvez professores "estranhos", como apelidou um Coito há dias, como estranhos parecem ser os milhares de professores que travam esta luta por uma escola pública digna, por um ensino de qualidade para todos os seus alunos, que desejam proteger, assegurando as condições necessárias ao exercício da sua profissão docente dentro dos parâmetros de exigência para que foram formados.
É sempre pouco o tempo para expressar tantas variantes que os professores enfrentam. Gostei da tua presença aí, embora o dia tenha sido algo amargo - acreditava que seríamos mais do que 90%...
Com a tristeza que me vai na alma, desculpa nem te dei os parabéns gostei de te ouvir, embora pense que são pérolas a porcos, pois só 30% te compreendem os outros 70% não compreendem o que ouvem. Doi-me a alma.
Louvo a presença do Paulo no Opinião Pública da SIC Notícias. É sinal de que os professores não se fazem "representar" apenas por sindicalistas, mas também por quem efectivamente dá aulas e contacta todos os dias com os alunos e a realidade das escolas. Haveria muito para debater sobre o conteúdo da mensagem do Paulo, mas agora é tempo de estarmos unidos. Um abraço e parabéns...
Muito bem Paulo Prudêncio. Esqueceu-se de referir os professores com horário zero com dezenas de anos de serviço que podem ir parar à mobilidade ou a 300 kms de casa. Não teve tempo? Está desculpado. Obrigada e não desista.
Como sempre estiveste excelente. Gostei do país TEIP, :) como já te disse. A adesão, no seu global, ultrapassou tudo. Não me lembro de uma adesão assim. Pena que no nosso agrupamento haja quem pense que estamos todos bem e que estão imunes à mobilidade. Mas toda a vida, uns beneficiaram das lutas de outros. "Mobilidade especial para quem governa mal". Já! Um beijo, Paulo. A luta continua.
Numa apreciação genérica, gostei de te ver. Preferia que a tua retórica fosse o inverso do que fizeste, que tivesses começado por assertivamente comentar as opiniões expressas e, depois, derivasses para o que te interessava dizer. Por exemplo, acho que devia alguém dizer ao Filipe que a inconveniência do atraso das suas férias não é nada comparável ao que vai acontecer a alguns milhares de professores que vão ficar sem emprego por causa das 40 hora, da direção de turma como componente não-letiva e etc. Preferia..., mas se eu lá estivesse, provavelmente começava a gaguejar e perderia toda e qualquer retórica.
Paulo Parabéns pela tua excelente prestação, ainda mais num meio que, jugo, não te é familiar! A greve foi o pretexto, a defesa da escola pública o seu objeto. Que fizeste de modo muito bem argumentado: definindo à partida o quadro de valores a preservar para que a escola possa realizar bem a sua função; apresentando evidências incontornáveis justificativas da greve; e legitimando o valor da escola pública num Estado de Direito, mostrando que a abertura do sistema educativo à iniciativa privada, feita noutros países (citaste a Suécia e os EUA), tem vindo a revelar-se uma aposta falida. Refiro ainda a tua postura democrática: mostraste abertura de espírito para acolher as dúvidas que te foram colocadas sobre a oportunidade do timing da greve, o que significa dizer que a objetividade da tua argumentação deve ser vista como um momento do próprio “conhecimento” (que referiste logo à partida como um dos grandes valores da escola pública, a desenvolver em todos os azimutes), aberto à dúvida e à critica, reconhecendo a pertinência da diferença como ingrediente da própria cultura democrática, que a escola e os seus agentes devem desenvolver. Obrigado Paulo. Vasco Tomás
Planeio sempre estas coisas, quanto mais não seja pelo respeito por quem me convida e por quem me ouve.
O tempo em televisão é mesmo vertiginoso.
Imaginei que teria umas três intrevenções. A primeira seria mais introdutória e as outras duas mais precisas e com argumentos que não se esfumassem na espuma dos minutos seguintes :)
Se reparares, a pivot (excelente moderação) pedia-me "pontos da situação" e não respostas às questões dos telespectadores.
O programas começou com uma série de directos e o tempo foi voando. Havia muita gente a querer telefonar e se fizesse o que dizes ficava por aí e ponto final.
Optei por recentrar o debate de acordo com o que me parecia fundamental. Se vires a parte final do vídeo, verás que respondi ao Filipe dizendo-lhe que daqui a uns anos, espero que poucos, dê razão aos professores :)
A minha ideia é que a participação no programa seja um todo. Se como li no comentário do Vasco, que está a seguir, consegui passar a ideia que ele captou fico satisfeito.
Muito obrigado Vasco. Como já escrevi antes no comentário anterior do Luís Redes, se o que captaste foi o que consegui transmitir fico mesmo satisfeito.
Era exactamente isso que pretendia. Penso que seria muito redundante repetir que a greve não podia ser marcada no verão ou outros argumentos do mesmo valor. Não foi isso que a pivot me foi pedindo e não era disso que estavam à espera.
Respeito muito quem me convida. Não estudei com rigor as audiências nem sequer quem vê aquele programa naquela hora, mas tenho ideia que o grande público está pelos generalistas nos programas da manhã.
Naquele dia podia ser um bocado diferente, sei disso. Mas creio que audiência terá captado o que relatas.
Não vi tudo em directo, mas o que vi foi excelente. Vi agora o que faltava e reforcei a sensação. Obrigado.
Fiquei a pensar nas duas participações excelentes (do Paulo Guinote e do Paulo Prudêncio) e no facto de terem sido convidados a comentar a greve, principalmente porque são dois professores não conotados com partidos nem sindicatos (e não digo que os partidos e os sindicatos não sejam importantes!)…
A luta dos professores tem sido apresentada de uma forma maniqueísta, simplista, como um teatro de marionetas entre o ministro e os sindicatos, como um daqueles teatrinhos de praia: Mário contra Crato, para diversão dos simplórios.
Ora o que está em causa é muito mais do que guerrilha partidária por interpostas pessoas, com comentários fornecidos pelos comentadores da treta habituais.
Apesar da recente barragem incessante de fogo sobre os professores, com ministros, pm, presidente, bispos e respectivos animais de estimação a apelarem ao que eles consideram ser o “sentido de responsabilidade” dos professores, estes deram uma resposta massiva que até deve ter surpreendido os sindicatos. Esta resposta dos professores deve surpreender muita gente, e por isso talvez se lembrem agora de ouvir a opinião de professores reais, de carne e osso, pessoas que ensinam alunos, dão mesmo aulas e conhecem as escolas. Foi pena que estes dois professores tenham comentado em canais de cabo. Os canais principais, para o povão, estavam todos ocupados com o big-brother.
Muitos parabéns, Paulo!
ResponderEliminarFinalmente houve professores com propriedade na matéria a debater os assuntos em causa na televisão, talvez professores "estranhos", como apelidou um Coito há dias, como estranhos parecem ser os milhares de professores que travam esta luta por uma escola pública digna, por um ensino de qualidade para todos os seus alunos, que desejam proteger, assegurando as condições necessárias ao exercício da sua profissão docente dentro dos parâmetros de exigência para que foram formados.
EXCELENTE+ Paulo Prudêncio!
ResponderEliminarAbraço nortenho!
Parabéns, caro Prudêncio!
ResponderEliminarExcelente! Obrigada.
ResponderEliminarParabéns senhor Professor Paulo Prudêncio. Excelente. Nota-se algum cansaço. Não desista nunca.
ResponderEliminarComove-nos por ser a pessoa em televisão que mais fala dos Professores Contratados.
Não esquecemos isso.
É sempre pouco o tempo para expressar tantas variantes que os professores enfrentam. Gostei da tua presença aí, embora o dia tenha sido algo amargo - acreditava que seríamos mais do que 90%...
ResponderEliminarPaulo!
ResponderEliminarO país já pode ser considerado TEIP.
Já foram demasiados governantes com NEE.
E a Europa não está interessada na inclusão...
O que fazemos?!
Beijos
Manuela
Muito bem Paulo!
ResponderEliminar
ResponderEliminarBeijinhos, Paulo!
Obrigado Ana.
ResponderEliminarObrigado Maria.
ResponderEliminarObrigado Jorge.
ResponderEliminarObrigado AChille Talon.
ResponderEliminarObrigado Colega.
ResponderEliminarObrigado Hélia.
ResponderEliminarO mesmo de sempre Manuela, se me permites.
ResponderEliminarForça aí.
Beijo também.
Obrigado Helena.
ResponderEliminar
ResponderEliminarBeijo maestrina.
É claro que só pecou por ter sido curto...
ResponderEliminarCom a tristeza que me vai na alma, desculpa nem te dei os parabéns gostei de te ouvir, embora pense que são pérolas a porcos, pois só 30% te compreendem os outros 70% não compreendem o que ouvem.
ResponderEliminarDoi-me a alma.
Obrigado Carlos.
ResponderEliminarDesculpada :) Percebo que te doa a alma.
ResponderEliminarMuito bem, Paulo! Aliás, como sempre...
ResponderEliminarLouvo a presença do Paulo no Opinião Pública da SIC Notícias. É sinal de que os professores não se fazem "representar" apenas por sindicalistas, mas também por quem efectivamente dá aulas e contacta todos os dias com os alunos e a realidade das escolas.
ResponderEliminarHaveria muito para debater sobre o conteúdo da mensagem do Paulo, mas agora é tempo de estarmos unidos. Um abraço e parabéns...
Simplesmente excelente Paulo. Parabéns!
ResponderEliminarMuito bem Paulo Prudêncio. Esqueceu-se de referir os professores com horário zero com dezenas de anos de serviço que podem ir parar à mobilidade ou a 300 kms de casa. Não teve tempo? Está desculpado. Obrigada e não desista.
ResponderEliminarComo sempre estiveste excelente. Gostei do país TEIP, :) como já te disse.
ResponderEliminarA adesão, no seu global, ultrapassou tudo. Não me lembro de uma adesão assim. Pena que no nosso agrupamento haja quem pense que estamos todos bem e que estão imunes à mobilidade.
Mas toda a vida, uns beneficiaram das lutas de outros.
"Mobilidade especial para quem governa mal". Já!
Um beijo, Paulo. A luta continua.
Obrigado Paula.
ResponderEliminarObrigado Pedro.
ResponderEliminarObrigado Fernando.
ResponderEliminarObrigado AC. Sim, claro. O formato do programa é o que é.
ResponderEliminarObrigado Isabel.
ResponderEliminarMuito, muito bom. Obrigada.
ResponderEliminarBrilhante caro Colega! Ai se lhe dessem mais tempo. Vi o início mas depois tive de sair. Só agora vi tudo. Muito, muito bom.
ResponderEliminarNuma apreciação genérica, gostei de te ver. Preferia que a tua retórica fosse o inverso do que fizeste, que tivesses começado por assertivamente comentar as opiniões expressas e, depois, derivasses para o que te interessava dizer. Por exemplo, acho que devia alguém dizer ao Filipe que a inconveniência do atraso das suas férias não é nada comparável ao que vai acontecer a alguns milhares de professores que vão ficar sem emprego por causa das 40 hora, da direção de turma como componente não-letiva e etc. Preferia..., mas se eu lá estivesse, provavelmente começava a gaguejar e perderia toda e qualquer retórica.
ResponderEliminarPaulo
ResponderEliminarParabéns pela tua excelente prestação, ainda mais num meio que, jugo, não te é familiar!
A greve foi o pretexto, a defesa da escola pública o seu objeto. Que fizeste de modo muito bem argumentado: definindo à partida o quadro de valores a preservar para que a escola possa realizar bem a sua função; apresentando evidências incontornáveis justificativas da greve; e legitimando o valor da escola pública num Estado de Direito, mostrando que a abertura do sistema educativo à iniciativa privada, feita noutros países (citaste a Suécia e os EUA), tem vindo a revelar-se uma aposta falida.
Refiro ainda a tua postura democrática: mostraste abertura de espírito para acolher as dúvidas que te foram colocadas sobre a oportunidade do timing da greve, o que significa dizer que a objetividade da tua argumentação deve ser vista como um momento do próprio “conhecimento” (que referiste logo à partida como um dos grandes valores da escola pública, a desenvolver em todos os azimutes), aberto à dúvida e à critica, reconhecendo a pertinência da diferença como ingrediente da própria cultura democrática, que a escola e os seus agentes devem desenvolver.
Obrigado Paulo.
Vasco Tomás
Excelente Paulo! Obrigada!
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminarObrigado Reinaldo.
ResponderEliminarObrigado Luís. Percebo-te bem.
ResponderEliminarPlaneio sempre estas coisas, quanto mais não seja pelo respeito por quem me convida e por quem me ouve.
O tempo em televisão é mesmo vertiginoso.
Imaginei que teria umas três intrevenções. A primeira seria mais introdutória e as outras duas mais precisas e com argumentos que não se esfumassem na espuma dos minutos seguintes :)
Se reparares, a pivot (excelente moderação) pedia-me "pontos da situação" e não respostas às questões dos telespectadores.
O programas começou com uma série de directos e o tempo foi voando. Havia muita gente a querer telefonar e se fizesse o que dizes ficava por aí e ponto final.
Optei por recentrar o debate de acordo com o que me parecia fundamental. Se vires a parte final do vídeo, verás que respondi ao Filipe dizendo-lhe que daqui a uns anos, espero que poucos, dê razão aos professores :)
A minha ideia é que a participação no programa seja um todo. Se como li no comentário do Vasco, que está a seguir, consegui passar a ideia que ele captou fico satisfeito.
Muito obrigado Vasco. Como já escrevi antes no comentário anterior do Luís Redes, se o que captaste foi o que consegui transmitir fico mesmo satisfeito.
ResponderEliminarEra exactamente isso que pretendia. Penso que seria muito redundante repetir que a greve não podia ser marcada no verão ou outros argumentos do mesmo valor. Não foi isso que a pivot me foi pedindo e não era disso que estavam à espera.
Respeito muito quem me convida. Não estudei com rigor as audiências nem sequer quem vê aquele programa naquela hora, mas tenho ideia que o grande público está pelos generalistas nos programas da manhã.
Naquele dia podia ser um bocado diferente, sei disso. Mas creio que audiência terá captado o que relatas.
Obrigado Rute.
ResponderEliminarExcelente. Obrigada.
ResponderEliminar
ResponderEliminarNão vi tudo em directo, mas o que vi foi excelente. Vi agora o que faltava e reforcei a sensação. Obrigado.
Fiquei a pensar nas duas participações excelentes (do Paulo Guinote e do Paulo Prudêncio) e no facto de terem sido convidados a comentar a greve, principalmente porque são dois professores não conotados com partidos nem sindicatos (e não digo que os partidos e os sindicatos não sejam importantes!)…
A luta dos professores tem sido apresentada de uma forma maniqueísta, simplista, como um teatro de marionetas entre o ministro e os sindicatos, como um daqueles teatrinhos de praia: Mário contra Crato, para diversão dos simplórios.
Ora o que está em causa é muito mais do que guerrilha partidária por interpostas pessoas, com comentários fornecidos pelos comentadores da treta habituais.
Apesar da recente barragem incessante de fogo sobre os professores, com ministros, pm, presidente, bispos e respectivos animais de estimação a apelarem ao que eles consideram ser o “sentido de responsabilidade” dos professores, estes deram uma resposta massiva que até deve ter surpreendido os sindicatos. Esta resposta dos professores deve surpreender muita gente, e por isso talvez se lembrem agora de ouvir a opinião de professores reais, de carne e osso, pessoas que ensinam alunos, dão mesmo aulas e conhecem as escolas.
Foi pena que estes dois professores tenham comentado em canais de cabo. Os canais principais, para o povão, estavam todos ocupados com o big-brother.
Só agora. Muito bom, muito bom. Thanks!
ResponderEliminarExcelente Paulo. Lúcido, sereno, esclarecedor, assertivo, à-vontade em televisão. Parabéns.
ResponderEliminarVasco: desculpa as gralhas na resposta. Sei que me perdoas :)
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminarObrigado abc.
ResponderEliminarObrigado Rui.
ResponderEliminarObrigado Vanessa.
ResponderEliminarÉ tão bom sermos representados assim, Parabéns Paulo. Muito bom.
ResponderEliminarObrigado Rosa Amador.
ResponderEliminarExcelente. Obrigada.
ResponderEliminarObrigado Antónia.
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