Mostrar mensagens com a etiqueta opinião pública. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta opinião pública. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de setembro de 2014

crato "invadiu" a opinião pública

 


 


 


 


Liguei o televisor para ver o "opinião pública", de ontem, sobre Educação, com o Paulo Guinote, e que pode ver no primeiro vídeo do post.


 


Pouco depois do início, o canal interrompeu o programa para fazer uma ligação a uma conferência de imprensa de Nuno Crato. Pensei que o ministro se dedicaria à explicação da intolerável incompetência, por menos caíram ministros, e bem, já neste milénio, que atravessava, e atravessa, o concurso de professores "Bolsa de Contratação de Escola". Mas não.


 


O palavroso Nuno Crato tergiversou. A manobra consistiu em dissertar sobre a fórmula do crédito horário das escolas, veja-se lá.


 


Como o Paulo Guinote sublinhou quando a emissão voltou ao estúdio, quem pensasse que percebia a tal fórmula ficaria baralhado depois da explicação do ainda ministro.


 



.

.

.

.

Mas o mais sei lá o quê está no segundo vídeo que tem menos de dois minutos. Crato anunciou na conferência de imprensa a presença técnica de Laura Loura que apresentaria um "power point" sobre a fórmula.


A especialista, ao que parece em estatística como Crato e quiçá tão infoexcluída como poderá ser o ministro, começou a queixar-se que não identificava o sítio de introdução da "pen" que trazia. Quando Crato lhe passou a palavra fez-se silêncio, o ministro teve que retomar o discurso e a comunicação social perdeu a paciência.

.

.

.

.




.

.

.

.

terça-feira, 24 de junho de 2014

do encerramento de escolas, do despovoamento do país e de sei lá mais o quê

 


 


 


Como sempre se disse, os números reais deste milénio não enganam: temos menos 4000 e tal escolas (outros dizem que já passa os 6000) e menos 40 mil professores (outros dizem que ultrapassa os 50 mil). Não há redução da natalidade que explique o flagelo.


 


Ouvir a malta do arco da governação a debater (ou a jogar ténis de mesa) o encerramento de escolas torna-se risível e trágico. O passa-culpas é ridículo. O seu verdadeiro desprezo pelo sistema escolar vai ao ponto de silenciarem o aumento do número de alunos por turma, os cortes curriculares e os restantes cortes a eito. Um país com um mínimo de seriedade fazia o oposto.


 


Sobre o encerramento de escolas, é preferível a sinceridade da SICN: convida o Paulo Guinote para uma opinião pública sobre o assunto e substitui o momento pelos índices de suspeição lesional dos jogadores da selecção.


 


 


 


 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

confap discorda do público-privado no oeste

 


 


 


A relação público-privado na rede escolar no Oeste entrou na agenda mediática com particular destaque para as Caldas da Rainha. São frequentes as abordagens ao assunto quando se fala de cheque-ensino ou em matérias afins. Ontem, no Opinião Pública da SICN, o jornalista confrontou, ao minuto 7, o presidente da CONFAP com a gravidade da situação no Oeste. O entrevistado concordou com o jornalista, classificando como incompreensível o que se passa nessa zona do território nacional.


 


 





quinta-feira, 6 de setembro de 2012

vale a pena

 


 


 


Paulo Guinote no Opinião Pública da SICN no dia 4 de Setembro de 2012.


É um vídeo que retrata, entre outros assuntos, o estado deplorável em que se encontram os concursos de professores.


 


terça-feira, 10 de abril de 2012

quer saber mesmo como é que chegámos à bancarrota?

 


 


Leia estas declarações e faça um simples exercício de multiplicação. Há gente que gasta fundos públicos sem critério e como se fossem bens ao seu dispôr. E não aprendem.


 


Participei no programa da SIC Notícias, Opinião Pública, no dia 8 de Setembro de 2010, das 17h00 às 18h00, com a moderação do jornalista Luís Marçal. Devo confessar que fui surpreendido com a introdução de uma peça propagandística de José Sócrates sobre estes assuntos (mais à frente falou um dos secretários de Estado). Não era fácil desconstruir de forma inopinada tanta demagogia, mais ainda num tempo em que os professores eram vistos como um grupo de corporativos que atrapalhava o comboio do progresso. Apresento os dois primeiros vídeos (são nove), o primeiro de 4.32 minutos e o segundo de 1 minuto, que a cortesia de uns amigos permitiu. É uma espécie de prestação de contas e serve para avivar algumas memórias.


 


Pode ver os restantes vídeos aqui.