A ideologia dominante absorveu todas as áreas e os tayloristas impuseram-se no mundo organizacional. Os sistemas escolares mais expostos às agendas pato-bravistas não escaparam à voragem, como se observa em Portugal. Alguns professores e investigadores avisaram com a devida antecedência.
O ensino, como um lugar de liberdade a preservar a todo o custo por questões democráticas e civilizacionais, levou um abalo considerável. Os promotores da ideia dominante nem sempre tiveram consciência, a exemplo doutros momentos da história, do lado em que se situavam. Aplica-se ao ensino o que Robert Linhart (1978), "Lês Archipels du Capital", registou nos factores de produção:
"toda a indústria e toda a população são "pacóvias": o capital já não é um factor de produção, é a produção que é um simples factor do capital."
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