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sábado, 8 de março de 2025

Gaza-Israel

Este post é de Novembro de 2019. Mas os post sobre esta tragédia parecem intemporais. Gaza-Israel e o cessar-fogo num desenho publicado no Courrier International. É um conflito eterno. Recordo-me sempre das palavras de Amos Oz"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta."


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segunda-feira, 17 de maio de 2021

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Gaza-Israel e o Cessar Fogo

 


Gaza-Israel e o cessar-fogo num desenho publicado no Courrier International. É um conflito eterno. Recordo-me sempre das palavras de Amos Oz"A essência do fanatismo reside no desejo de obrigar os outros a mudar... O fanático é uma das mais generosas criaturas. O fanático é um grande altruísta."


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

charlie hebdo e amos oz

 


 


 


 


Os casos como o do Charlie Hebdo, e os fanatismos que o envolvem, remetem-nos sempre para o conflito eterno: o de israel com a palestina. E quem melhor do que Amos Oz pode ajudar a compreender o fenómeno? Antes da sua sapiência, importa sublinhar que o caso Charlie Hebdo terá muito mais de crime do que de fanatismo religioso ou ideológico. Aliás, existe fanatismo a partir das religiões com livro e a associação com criminosos tem sido conhecida em todas elas.


 


Mas os ensinamentos de Amos Oz são sempre úteis.


 



"(...)O que precisamos é de chegar a um acordo, a um compromisso doloroso. E a expressão "chegar a um acordo, a um compromisso" tem uma reputação nefasta na sociedade europeia. Especialmente entre os jovens idealistas, que continuam a achar que chegar a um acordo é oportunismo, algo desonesto, algo astucioso e obscuro, um sinal de falta de integridade. Não no meu vocabulário. Para mim, a expressão "chegar a um acordo" significa vida. E o contrário de chegar a um acordo não é idealismo nem evolução; o contrário é fanatismo e morte. Precisamos de chegar a um acordo, a um compromisso, não de chegar à capitulação. O que significa que os Palestinianos jamais se deveriam ajoelhar. Nem tão pouco os judeus.(...)"



 



Amos Oz, "contra o fanatismo", 


página 41, edições ASA.



  


Já li várias vezes este pequeno livro de Amos Oz. Encontro sempre mais qualquer coisa nesta prosa tão lúcida, tão humana e tão corajosa. Há um aspecto que ressalta do conflito que preocupa Amos Oz: a guerra que ele tenta ajudar a terminar, eterniza-se.


 


E por que é que isso acontece? Desde logo, porque os mais fortes não querem perder as suas conquistas e porque os mais fracos vão acumulando tantas derrotas que depois só se satisfazem com a vitória definitiva e total; e quanto mais o tempo passa, mais esse sentimento se acentua; tanto nessa como noutras guerras.


 


 


 


 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Não estavam lá

 


 


 


Já dei conta do meu fascínio pela obra de Amos Oz.


 


O genial escritor consegue lançar umas gotas de oxigénio no eterno e sangrento conflito entre israelitas e palestinianos. Nem sei se em vão, uma vez que o conflito não só persiste como tem momentos de alucinante descontrole.


 


Recebi por email uma história que terá sido escrita por Amos Oz. Não consegui confirmar.


 



"(...)Um exemplo engenhoso do discurso e da política ocorreu recentemente na Assembleia das Nações Unidas e fez a comunidade do mundo sorrir. Um representante de Palestina começou: "Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés. Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou, "que oportunidade boa de tomar um banho!" Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entra na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-as roubado". O representante Israelita saltou furioso e disse, "que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura." O representante Palestiniano sorriu e disse: "e agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso."(...)


 


 


 


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

gotas

 


 


Já dei conta da meu fascínio pela obra de Amos Oz. O genial escritor consegue lançar umas gotas de oxigénio no eterno e sangrento conflito entre israelitas e palestinianos. Nem sei se em vão, uma vez que o conflito não só persiste como tem momentos de alucinante descontrole.


 


Recebi por email uma história que terá sido escrita por Amos Oz. Não consegui confirmar.


 



"(...)Um exemplo engenhoso do discurso e da política ocorreu recentemente na Assembleia das Nações Unidas e fez a comunidade do mundo sorrir. Um representante de Palestina começou: "Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés. Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou, "que oportunidade boa de tomar um banho!" Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entra na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-as roubado". O representante Israelita saltou furioso e disse, "que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura." O representante Palestiniano sorriu e disse: "e agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso."(...)