Cortesia da Xaneca Carvalho.
Do minuto a minuto do Público:
21h09: “Isto é incrível. Nunca vi nada assim. Nem no 25 de Abril”, diz-nos o nosso enviado Paulo Moura, no Cairo, antes da chamada cair.
20h50: A euforia não esmorece na praça Tahrir. “Todos os nossos sonhos tornaram-se realidade”, cita no Twitter o jornalista da CNN Nic Robertson.
20h36: Na praça Tahrir (Libertação), no Cairo, os jovens gritam o nome do Presidente dos Estados Unidos, conta o jornalista da NBC Richard Engel. Barack Obama falou há minutos e teve uma palavra para eles, ao falar no nascimento de “uma nova geração”.
20h30: Mais do discurso do Presidente norte-americano, Barack Obama, sobre a queda de Mubarak: “Sei que um Egipto democrático pode avançar com o seu papel, não apenas na região, mas em todo o mundo”.
Mubarak caiu. Que caiam todos os ditadores, por mais disfarçados que andem pelo mundo dito civilizado.
O povo egípcio não desarma, contrariando as vozes temerosas, e instaladas, que nestes momentos sempre aconselham a manutenção do que está. Quando a incompetência e o despotismo se estabelecem, a queda da teia apenas aguarda que o tempo faça das suas. Em qualquer das escalas, e em situações do género, é sempre preferível que os mentores fujam e que a chegada do amanhã se acelere.