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sábado, 8 de novembro de 2014

do regresso à agenda do professor "audi de gama baixa"

 


 


 


O Governo insiste no "prémio para as câmaras que trabalhem com menos docentes" que andará à volta dos 13.500 euros anuais por unidade. É uma lógica transversal denominada por "prémio Audi", só que desta vez de gama baixa. Os governos portugueses andam há mais de uma década a delapidar a imagem pública dos professores e agora conseguem um género de machadada final.


 


É evidente que podemos ficar o dia todo a discutir as competências que passam do MEC para os municípios e as que são retiradas à famigerada autonomia escolar e entregues ao poder local. Quando se repartem responsabilidades, deve sublinhar-se que o país é o que é.


 


O mais risível, e trágico, nisto tudo é o desnorte deste desgoverno que dá razão aos que desesperam por eleições. Depois de andar à pressa a assinar, e a publicitar com toda a pompa, umas papeladas que se denominaram por contratos de autonomia com as escolas e os agrupamentos, mudou de agulha e avançou para uma municipalização que só pode ter resultado de alguma epifania que invadiu a cabeça de um qualquer Maduro inebriado com a estranja. Valha-nos não sei o quê, como se escreveu neste editorial.


 


Parece que já só falta escolher o canal generalista para o sorteio da coisa. Depois da rábula sem-fim das colocações, assistir-se-á à eliminação do professor municipal.


 


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sexta-feira, 21 de março de 2014

os grandes temas da filosofia, uma vez por dia

 


 


 



 


 


Como pode ler, Guilherme Valente, o editor da Gradiva, tem fortes responsabilidades na divulgação em Portugal de muito boa banda desenhada. Ora aí está um bom exemplo de que as pessoas devem falar do que sabem. O referido editor costuma usar a comunicação social para dissertar sobre o eduquês e zurzir nos professores de forma desconhecedora e injusta. É um exemplo de bullshit por parte de quem tem obra feita em matéria tão interessante.


 


"Uma relação desenhada para os jornais só podia dar nisto. Durante quase duas décadas, o PÚBLICO e Calvin & Hobbes foram inseparáveis. Desde que Guilherme Valente, editor da Gradiva, sugeriu a tira ao designer do jornal, Henrique Cayatte, e ao então subdirector, José Manuel Fernandes — então à procura de uma tira de BD para o diário de referência que estava a nascer —, a história da criação de Bill Watterson em Portugal está indissociavelmente ligada a este jornal. Cayatte diz mesmo: “Calvin e Hobbes deveriam ser considerados também fundadores do PÚBLICO.”(...)"