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sábado, 27 de julho de 2024

Belíssima imagem de Paris 2024

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Até para a abertura dos jogos se fazem rankings?!

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Os jogos são um dos momentos mais preparados para a maioria dos atletas e das modalidades desportivas. O desporto, o mote fundamental dos jogos, é sempre transportado para o lugar mais elevado dos desempenhos desportivos e da fraternidade entre os povos. Já agora, gostei muito do que vi da cerimónia de abertura dos jogos de 2024 e dispenso os rankings dessas cerimónias.



"Em Paris, a cerimónia de abertura dos Jogos arrasou a vulgaridade. Mais foguete, menos foguete, mais falsete, menos falsete, as cerimónias não variavam muito – até chegar Paris, com um conceito inovador. Foi a mais brilhante da história ou uma inovação sensaborona?"



 

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Muito Bom Atleta o Pedro Pichardo

O Pedro Pichardo é um fenómeno no triplo-salto e esteve globalmente muito bem nestes Jogos Olímpicos. Apontava para uma marca de 18,40 que seria record mundial, mas a prevenção em relação a uma ligeira dor muscular deixou o feito para outra altura. O Pedro Pichardo explicou muito bem a sua opção pela nacionalidade portuguesa.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Prémio Pulitzer 1993 de Fotografia - Jogos Olímpicos Barcelona 1992

 


 



A fotografia, como de resto a vida, é feita de instantes e de ângulos de visão. A gravidade aplica a queda a todos os corpos. É irreversível. É uma lei da física. A belíssima imagem retrata um salto olímpico nuns jogos inesquecíveis: uma queda que afinal é uma subida inspirada na obra maior de Gaudi. Só pode ter sido um salto perfeito.


 


 1ª edição em 19 de Agosto de 2016.


 


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William Snyder


 

sábado, 20 de agosto de 2016

a prancha no Rio 2016 e o nonsense

 


 


 


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"Assim, sim. Vejam que o treinador dos USA vira a prancha para os jogadores", elogiou o comentador RTP. Intrigou-me o nonsense. Será que o comentador, que também é treinador, está habituado a pranchas viradas para o próprio? Não direi que os treinadores de basquetebol usam pranchas desde que James Naismith (1891) inventou o jogo, mas o apoio terá, seguramente, mais de 40 anos. Como se vê na imagem, elogiar o virar da prancha para os jogadores é tão risível que nem o próprio Mike Krzyzewski, o Coach K dos dream team, deixaria de sorrir de espanto. Só na RTP1. Passar jogos em diferido sem informar os espectadores, e com comentários do outro mundo, é, realmente, serviço público. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

fugas - em homenagem ao saltador francês Renaud Lavillenie

 


 


 


 


Não aprecio multidões e há muito que perdi a paciência para estádios. Encontrei uma passagem interessante sobre essa "fuga" que "homenageia" o saltador francês (Renaud Lavillenie, medalha de bronze no salta à vara do Rio2016).


 


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DeLillo, Don (2010:94). "Submundo". Sextante Editora. Lisboa.

domingo, 7 de agosto de 2016

Jogos Olímpicos, televisões e audiências

 


 


 


 


Os jogos são transmitidos pela RTP e pelos canais desportivos pagos. Leio críticas à programação que "deixa para os pagos as melhores transmissões". Não vou confirmar, mas é provável que discordaria. Percebe-se a imensidão de transmissões e a dificuldade em tratar todos os desportos da mesma forma. É esse o espírito olímpico e vou ficar pela RTP. Quem não tem relações privilegiadas com as GALP´s, fica pelas televisões (é risível saber que a empresa de petróleos ofereceu bilhetes para jogos de futebol). Nem sei se o escândalo da silly season lusitana estará a influenciar as audiências in loco dos jogos tal a generalização de bancadas vazias; ou com mais precisão ainda: os melhores lugares sem clientes. É um hábito antigo oferecer viagens e bilhetes para convidados. Ainda há dias uma recepcionista se admirava por pagarmos um hotel com cartão de débito e por termos apenas uma preocupação com a factura: que o hotel não fuja aos impostos. A recepcionista lá confessou: as facturas são quase todas pagas por grandes empresas. O gráfico seguinte explica alguns deslumbres e a tentativa de reposição de hábitos?


 


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Gráfico daqui