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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

das teorias

 


 


 



Peter Albert David Singer (nascido em 1946 em Melbourne, Austrália) é filósofo e professor na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, na área da ética prática. Trata questões éticas numa perspectiva utilitarista. Recomento o seu livro "Ética Prática".

Retenho esta frase:




"A ética é prática, senão não é verdadeira ética. Se não for boa na prática, também não é boa na teoria".


 


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sexta-feira, 11 de julho de 2014

suponhamos

 


 


 


 


 



"(...)Suponhamos agora que começo a pensar eticamente, a ponto de reconhecer que os meus interesses, pelo simples facto de serem os meus, já não podem contar mais que os interesses alheios. Em lugar dos meus interesses, tenho agora de tomar em consideração os interesses de todas as pessoas que serão afectadas pela minha decisão. Isso exige que eu pondere todos esses interesses e adopte a acção que tenha maior probabilidade de maximizar os interesses dos afectados (...)."


 


 


 


 


 


Peter Singer (2000:02); Ética Prática; Gradiva;


Tradução de Álvaro Augusto Fernandes.


 


quinta-feira, 10 de julho de 2014

não há qualquer razão logicamente imperiosa

 


 


 


 


 


 


“(…)Não há qualquer razão logicamente imperiosa para pressupor que uma diferença de capacidade entre duas pessoas justifica quaisquer diferenças na consideração que damos aos seus interesses. A igualdade é um princípio ético fundamental e não um enunciado de factos. Compreendê-lo-emos melhor se retomarmos a abordagem universal do juízo ético. (...)Mas o elemento fundamental - a consideração dos interesses das pessoas, quaisquer que sejam - tem de aplicar-se a todas as pessoas, independentemente da raça, sexo ou desempenho num teste de inteligência.(...)"


 


 


 


 


Peter Singer (2000)


Ética Prática. Gradiva


 


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

da razão

 


 


 


 


 



“(…)Não há qualquer razão logicamente imperiosa para pressupor que uma diferença de capacidade entre duas pessoas justifica quaisquer diferenças na consideração que damos aos seus interesses. A igualdade é um princípio ético fundamental e não um enunciado de factos. Compreendê-lo-emos melhor se retomarmos a abordagem universal do juízo ético. (...)Mas o elemento fundamental - a consideração dos interesses das pessoas, quaisquer que sejam - tem de aplicar-se a todas as pessoas, independentemente da raça, sexo ou desempenho num teste de inteligência.(...)"


 


 


 


Peter Singer (2000)


Ética Prática. Gradiva


 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

a todas as pessoas

 


 


“(…)Não há qualquer razão logicamente imperiosa para pressupor que uma diferença de capacidade entre duas pessoas justifica quaisquer diferenças na consideração que damos aos seus interesses. A igualdade é um princípio ético fundamental e não um enunciado de factos. Compreendê-lo-emos melhor se retomarmos a abordagem universal do juízo ético. (...)Mas o elemento fundamental - a consideração dos interesses das pessoas, quaisquer que sejam - tem de aplicar-se a todas as pessoas, independentemente da raça, sexo ou desempenho num teste de inteligência.(...)"


 


Peter Singer (2000)


Ética Prática. Gradiva

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

peter singer

 





Comecei a estar atento a Peter Singer depois da leitura do seu livro "Ética Prática".

Peter Albert David Singer (nascido em 1946 em Melbourne, Austrália) é filósofo e professor. É docente, na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, na área da ética prática, tratando questões de ética numa perspectiva utilitarista.

Retenho esta frase:

"A ética é prática, senão não é verdadeira ética. Se não for boa na prática, também não é boa na teoria".



(1ª edição em 6 de Maio de 2010)

sábado, 11 de setembro de 2010

interesses

 


 


 


"(...) Suponhamos agora que começo a pensar eticamente, a ponto de reconhecer que os meus interesses, pelo simples facto de serem os meus, já não podem contar mais que os interesses alheios. Em lugar dos meus interesses, tenho agora de tomar em consideração os interesses de todas as pessoas que serão afectadas pela minha decisão. Isso exige que eu pondere todos esses interesses e adopte a acção que tenha maior probabilidade de maximizar os interesses dos afectados (...)."


 


 


 


Peter Singer; Ética Prática; Gradiva 2000;


Tradução de Álvaro Augusto Fernandes;


pág. 2

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

como agir?

 


 



 


 


Do modo como a luta dos professores está a decorrer, exige-se que ninguém queira ser avaliado por aquela coisa que o ministério da Educação inventou em tempos e que se tem metamorfoseado ao ritmo da música do percentil de imaginários eleitores. Só isso: não querer ser avaliado no presente ano lectivo.


 


Se todos agirem desse modo, em que até nem é necessário assinar qualquer papel, a única "penalização" situa-se no não acesso a um direito que existiu em tempos: a progressão na carreira.


 


Até nem é muito difícil decidir nesse sentido, já que se trata de abdicar de um direito perdido no tempo.


 


E lembrei-me do seguinte:


 


 


"(...) Suponhamos agora que começo a pensar eticamente, a ponto de reconhecer que os meus interesses, pelo simples facto de serem os meus, já não podem contar mais que os interesses alheios. Em lugar dos meus interesses, tenho agora de tomar em consideração os interesses de todas as pessoas que serão afectadas pela minha decisão. Isso exige que eu pondere todos esses interesses e adopte a acção que tenha maior probabilidade de maximizar os interesses do afectados (...)."


 


 


 


Peter Singer; Ética Prática; Gradiva 2000;


Tradução de Álvaro Augusto Fernandes;


pág. 29