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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

PàF mente e continua a perseguição aos professores

 


 


 


A PàF mente de uma forma que pensei impossível. Afirmar que a "meta do défice está ameaçada por fraca adesão dos professores a programa de rescisões" é o grau mais baixo de governação a que assisti. Apesar do programa de rescisões ser "indecente", foram "contemplados" cerca de 50% dos candidatos e com critérios não públicos. Com o sentimento de "fuga" que se conhece entre os professores, faça-se um desafio: apresente-se um programa decente de "fuga" e veremos quantos milhares aderem no minuto seguinte.


 


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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

rescisões de professores em tempo real

 


 


 


Recebi por email o seguinte pedido de divulgação:


 


 


"Caro colega,

Agradeço que divulgue no seu blog o blog http://rescisoes.blogs.sapo.pt, que contém estatística em tempo real dos pedidos de rescisão deferidos.

O blog irá sendo actualizado, segundo a minha disponibilidade e as sugestões das pessoas (por exemplo, para cruzamento de dados de que eu não me lembre). Possivelmente, no fim disto tudo - e porque o software é limitado apenas a 3 relatórios - será feita estatística mais detalhada (por grupo, por exemplo).

Uma vez que não há muitos participantes no inquérito (58 apenas), este site podia funcionar como incentivo à participação das pessoas.

Obrigado pela atenção.

Um professor preocupado."


 


 


 


 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Nuno Crato não acerta uma...

 


 


 


... e o pior é que inferniza a vida de milhares de professores e cria o caos na atmosfera organizacional das escolas públicas; é bom que se sublinhe. Basta ler os desenvolvimentos dos processos em curso para se concluir que por muito menos incompetência e impreparação caíram ministros.


 


Hoje é o programa de rescisões. O que é escrito no Domingo, e depois de tanta espera, é alterado na Quarta.


 


 



 


 


 


 


 


 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

a educação ainda não era uma prioridade para os DDT

 


 


 


 


 


O desrespeito pela escola pública e pelo esforço da sua elevação organizacional em plena massificação da escolaridade acentuou-se poucos anos depois da mudança de milénio. Terraplenagem nos mandatos escolares, concursos de professores recheados de ilegalidades e por aí fora, permitiram a regência em roda livre de tresloucados como Lurdes Rodrigues, Lemos e Pedreira, a que se seguiu um impreparado, e não menos alucinado, ex-MRPP.


 


O centrão e os Donos Disto Tudo iam-se saciando com as obras públicas e só a aproximação da bolha imobiliária os fez derivar para a Saúde. A Educação ainda era uma coutada livre para os sem verniz do GPS, mesmo que em escala reduzida. Os yuppies do arco governativo desprezavam a Educação e até os "aristocratas do PS, gente fina ao que se sabe," hierarquizavam assim (e hierarquizam, como se a Educação não fosse a base das outras duas): cultura, ciência e educação.


 


Conclusão: pouco estudo e gente impreparada tomaram conta da máquina escolar. Não é estranho, portanto, que os professores que pediram a rescisão tenham turma atribuída, uma vez que ainda há uns meses se percebeu que "(...)existem 93 milhões de euros para rescisões, mas as solicitações, cerca de 4000, já vão em mais de 400 milhões. E se as condições do programa fossem mais favoráveis, os números da "fuga" andariam pelos 30 a 40 mil(...)". A lei nada prevê para este imbróglio, o que não é surpreendente num país em que se legisla muito e mal.


 


Não é estranho também que a CG de Aposentações ande às aranhas com tanta reforma antecipada. No caso dos professores, tudo tem sido feito ao contrário. Os aumentos dos horários foram estabelecidos a eito e com critérios preconceituosos e os programas de "reformas a tempo parcial", que são exigentes e dão muito trabalho a construir, já levam mais de uma década de atraso porque os Donos Disto Tudo tinham o tempo ocupado pelos fundos de alto risco, pelas PPP´s e pelos swaps.