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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

da pausa mediática

 


 


 


Apesar da ubiquidade dos media, uma pessoa lá se afasta umas semanas do turbilhão na esperança de que a distância e o silêncio aumentem o grau de inteligibilidade. Contudo, o regresso continua a trazer perplexidades. Não tanto o tragicómico Trump - só a sua aparição no ecrã põe o mundo a rir para embaraço norte-americano - mas principalmente o terrorismo, as mortes e as tragédias lusitanas. Por cá, os fenómenos mortais são provocados por incêndios - pela incapacidade, com décadas, dos poderes políticos (central, regional e local) em cuidar de valores preciosos como a organização e a gestão do território (para cúmulo, a plateia substituiu os culpados: dos pirómanos da aldeia passou-se para a máfia organizada) - e pela queda de um carvalho. Não se belisque. Foi mesmo isso. Sim, uma árvore caiu e matou mais de uma dezena de pessoas e deixou umas cinco dezenas de feridos. E não se pense que aconteceu numa área vastíssima ou por acção de um tufão. Foi numa ilha (741 km²) tutelada pelos Governos central e regional. No caso (um parque), havia ainda a supervisão de uma Câmara Municipal, de uma Junta de Freguesia e de uma instituição religiosa; será o ministério público a apurar "a eventual responsabilidade". E, ao que consta, o dia esteve solarengo e sem vento e há muito que os avisos técnicos alvitraram a possibilidade da queda: a árvore estava oca. E é isto. Afinal, sem novidades. Ninguém tinha a incumbência de zelar pela verticalidade e conteúdo das árvores de grande porte. É um sossego, realmente.


 


2ª edição


 


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 algures no Oeste de Portugal continental


dia de praia perfeito


Agosto de 2017

sábado, 19 de agosto de 2017

da desintoxicação mediática

 


 


 


Apesar da ubiquidade dos media, uma pessoa lá consegue afastar-se umas semanas do turbilhão na esperança que a distância e o silêncio aumentem o grau de inteligibilidade. Contudo, o regresso continua a trazer perplexidades. Não tanto o tragicómico Trump - só a sua aparição no ecrã põe o mundo a rir para embaraço norte-americano - mas principalmente o terrorismo, as mortes e as tragédias lusitanas. Por cá, os fenómenos mortais são provocados por incêndios - pela incapacidade, com décadas, dos poderes políticos (central, regional e local) em cuidar de valores preciosos como a organização e a gestão do território (para cúmulo, a plateia substituiu os culpados: dos pirómanos da aldeia passou-se para a máfia organizada) - e pela queda de um carvalho. Não se belisque. Foi mesmo isso. Sim, uma árvore caiu e matou mais de uma dezena de pessoas e deixou umas cinco centenas de feridos. E não se pense que aconteceu numa área vastíssima ou por acção de um tufão. Foi numa ilha (741 km²) tutelada pelos Governos central e regional. No caso (um parque), havia ainda a supervisão de uma Câmara Municipal, de uma Junta de Freguesia e de uma instituição religiosa; será o ministério público a apurar "a eventual responsabilidade". E, ao que consta, o dia esteve solarengo e sem vento e há muito que os avisos técnicos alvitraram a possibilidade da queda. E é isto. Afinal, sem novidades. Ninguém tinha a incumbência de zelar pela verticalidade das árvores de grande porte. É um sossego, realmente.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Nuno Crato não acerta uma...

 


 


 


... e o pior é que inferniza a vida de milhares de professores e cria o caos na atmosfera organizacional das escolas públicas; é bom que se sublinhe. Basta ler os desenvolvimentos dos processos em curso para se concluir que por muito menos incompetência e impreparação caíram ministros.


 


Hoje é o programa de rescisões. O que é escrito no Domingo, e depois de tanta espera, é alterado na Quarta.


 


 



 


 


 


 


 


 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

de campanha em campanha

 


 


 


 


 


Quem, em 2011, perguntasse por cortes em salários ou subsídios dos funcionários públicos, recebia de Passos Coelho uma resposta veemente de protesto por se estar a inventar uma mentira. Estávamos em campanha eleitoral e quem mentiu foi o actual primeiro-ministro.


 


O novo governante começou a logo a cortar para além da troika, é bom que se recorde. Primeiro, classificou os actos como provisórios. Mais tarde, "decretou" a impossibilidade da sua recuperação para agradar a uma das partes da guerra interna que fomentou. A seguir, anunciou a recuperação total dos cortes até 2020. Hoje, e já em campanha eleitoral, prometeu a recuperação de 20% em 2015 (ano de eleições legislativas). Os restantes 80% serão recuperados se forem despedidos ainda mais funcionários públicos, numa altura em que os números deste grupo profissional são muito inferiores aos que existem nos países da União Europeia e da OCDE. Tudo isto assenta em extremismo ideológico para além da troika e em incompetência.


 


 


 



 


 


 

quarta-feira, 23 de março de 2011

falso

 


 


É falso que se tenha de agrupar escolas para gerir melhor recursos humanos como afirma aqui a ainda ministra da Educação. A traquitana do ME só consegue mau centralismo e colocação de boys em detrimento da construção de uma rede administrativa moderna e que faça com eficácia a gestão da informação de apoio à tomada de decisões.