A história não se repete, pelo menos exactamente, e é arriscado prever o desenvolvimento desta crise. Um aspecto nada favorável na condição portuguesa é a situação do actual presidente da República. Não só pelo "monstro" que projectou como resposta à necessidade de votozinhos, mas principalmente pelas diabruras (um eufemismo para designar os inúmeros casos de polícia) de colaboradores seus ao longo dos tempos. Os dois fenómenos associados, são, inquestionavelmente, os mentores do estado em que estamos. O mundo ocidental foi devastado por tsunamis semelhantes. A situação agrava-se com a parecida condição de uma parte significativa da classe política que tem passado pelos governos.
Ontem houve manifestações que envolveram milhares de pessoas.
Milhares marcharam em Lisboa contra "orçamento de agressão"
Centenas de polícias, de militares da GNR e de guardas prisionais juntaram-se hoje às dezenas de milhares de funcionários públicos que se manifestaram em Lisboa contra o “orçamento de agressão”.
É risível ler algumas declarações.
Há muito que parece faltar maturidade psíquica a Cavaco Silva, isso sim!
ResponderEliminarE o "salve-se quem puder" é a "malabarice" que resta aos portugueses face às consequências da insanidade de quem, há anos, dirige os destinos do país, tanto no governo como na presidência.
Estas marchas indignadas dos milhares de agredidos não passam disso mesmo: de uma "malabarice" inconsequente e improfícua, liderada por sindicalistas sem norte, que vão para o Rossio fazer pouco do "Gasparzinho" e companhia Lda., na ânsia de acirrar os ânimos para uma greve geral que amornará os cofres do Estado, nada mais.