A maioria que governa em Portugal foi apanhada do lado errado da história. Para compreender o recente fatalismo português, temos de considerar que os governos deste milénio inclinaram o plano e que o actual cavalgou uma onda sufragada por eleitores que teimaram em não perceber que a ideologia se confundia com a corrupção. É até um mistério como há tanta gente que empobrece e continua a defender tenazmente o enriquecimento ilícito. Não há arrependimento possível, como se pode ler em mais um muito bom artigo de opinião.
Um filósofo, por definição, avança para onde o encaminha a razão, não as "amarras" ideológicas.
ResponderEliminarCompreendo Lúcio. Estamos um bocado como nas batalhas: em resposta aos eternos desideologizados (neologismo que tem Cavaco Silva como primeiro represente no Portugal recente) até os bons filósofos, como me aprece ser o caso, recorrerão a algumas amarras. Como se trata de uma luta de classes muito desigual, estarão perdoados.
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