O ensino, como um espaço de liberdade a preservar a todo o custo por questões democráticas e civilizacionais, levou um abalo considerável no que levamos de milénio. Os promotores do ultraliberalismo dominante nem sempre tiveram consciência, a exemplo doutros momentos da história, do lado do muro que ocupavam. Aplica-se ao ensino o que Robert Linhart (1978), "Lês Archipels du Capital", registou nos factores de produção:
"o capital já não é um factor de produção é a produção que é um simples factor do capital."
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