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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

António Guterres deverá ser o novo secretário-geral da ONU

 


 


 


 


António Guterres "deverá ser o novo secretário-geral da ONU". Será a vitória da transparência, da competência e do mérito, mas também da evolução democrática da organização. O escrutínio do processo terá impedido a prevalência dos jogos de bastidores. É interessante que ocorra no dia em que é reposto em Portugal o feriado da República. Como disse o PR no discurso de comemoração, que seja uma República com políticos "humildes e independentes", que elimine o "cansaço perante casos a mais de princípios vividos de menos" e recordando que "todo o poder político é temporário". Marcelo Rebelo de Sousa notou que os portugueses não querem o regresso "a uma ditadura, aberta ou disfarçada, permanente ou temporária".


 


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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

da restauração da independência e da anulação dos feriados

 


 


 


Rafael Valladares, historiador espanhol, tem um livro sobre a restauração da independência em Portugal .


 


"A Independência de Portugal - Guerra e Restauração 1640 - 1680" é o título da obra, editado pela "A Esfera dos Livros".


 


A páginas tantas, pode ler-se:


 



"Ao contrário do que dizia a historiografia nacionalista dos séculos XIX e XX, a Restauração não foi um movimento geral da nação portuguesa contra Castela e muito menos contra a Espanha. Foi uma revolta das elites portuguesas, principalmente uma parte da nobreza e da Igreja, que viam os seus privilégios, e "liberdades", como eles diziam, atacadas pela política reformista de Filipe IV". "O que triunfou em Portugal foi uma economia senhorial, de rendas, e que não privilegiava os investimentos nem nada que fosse inovador".



 


Interessante. Para ler, meditar e comparar. E, já agora, para relacionar com a paródia dos feriados.


 


 


 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

do regresso da bancarrota?

 


 


 


Terminado o protectorado, parece concretizar-se a reposição dos feriados e teme-se pelo regresso da bancarrota. O desvario autonómico também atinge o parceiro menos numeroso da maioria, uma vez que Paulo Portas já clamou por independência. Veremos a reacção alemã que deixa de ter quase o dobro dos feriados do que os despesistas lusitanos.


  



"(...)PS apresenta diploma para repor feriados do 1º Dezembro e 5 Outubro já em 2015Relativamente aos feriados religiosos que foram eliminados, os socialistas não propõem a sua reposição imediata, mas 'abrem a porta' a essa possibilidade.(...)"






 

domingo, 1 de dezembro de 2013

do 1º de dezembro

 


 


 


 


"A homenagem a Eanes é perigosa, uma vez que sobrepõe a ética à política", dizem os comentaristas mainstream. Compreendo o argumento e é verdade que as ditaduras nasceram em momentos de crise moral, digamos assim. Mas é perigosa porquê? Não vivemos em democracia e os cidadãos não são todos inteligentes, iguais perante a lei e com o mesmo direito ao voto e demais deveres? Era o que mais faltava que não se pudesse homenagear um ex-presidente da República.


 


Não partilhei da referida homenagem, mas parece-me que capto o essencial da espécie de grito dos organizadores. É que não chegámos à bancarrota por acaso. Os BPN´s medraram na nossa sociedade. Nas últimas duas décadas não foram muitos os que disseram não às benesses ilimitadas, aos cargos aparelhísticos em comunhão com os "espertos" que viveram "da festa" que nos arruinou e à pequena corrupção que aprisionou as consciências e legitimou a de grande escala.


 


Às vezes dá ideia que a intenção quase consensual de se deixar de comemorar o 1º de Dezembro tem alguma relação com o estado a que chegámos; estamos envergonhados. Lembro-me muitas vezes da afirmação, em 2003, do presidente da associação de municípios de uma região de turismo muito badalada: "os presidentes de câmara desta região são todos corruptos. Só quem der provas de alguma "esperteza" nesse domínio é que consegue o favor dos votos".