Mostrar mensagens com a etiqueta fne. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fne. Mostrar todas as mensagens

sábado, 8 de junho de 2013

relações

 


 


 


 


Na primeira página do Expresso as notícias relacionam-se. Uma segunda legislatura de Passos requer um investigação científica à nossa senhora de Fátima, os turistas desviados da Turquia compensam a emigração de Bava e explicam finalmente a sugestão prospectiva do ainda primeiro-ministro que não contava com a revolta dos professores.


 


 



 


 


O que se espera mesmo é que as duas próximas notícias não se relacionem. O apelo de Passos é tão imberbe, mais parece que está a gozer, que se deve temer se não há qualquer relação com o jeito tradicional da FNE para sei lá o quê. Só faltava que esta central sindical também não percebesse a séria dimensão da revolta dos professores.


 


 



 


 


segunda-feira, 5 de março de 2012

pela noite dentro?

 


 


 


 


A última vez que a mesa de negociação entre o Governo e os sindicatos da Educação se reuniu pela noite dentro resultou num acordo que se revelou negativo para o poder democrático da escola e proveitoso para a restauração que nasceu na Itália e que a imagem lustra.


 


O MEC convocou uma ronda negocial para esta noite que tem a seguinte opinião da FNE: "(...)Em cima da mesa estarão, segundo João Dias da Silva, secretário-geral a FNE, (...)“alguns aspectos” que continuam a suscitar a rejeição desta organização, nomeadamente “a posição preferencial” que é atribuída aos professores que trabalham em escolas particulares com contratos de associação. Esta nova proposta já contempla “várias questões” no sentido de se garantir “maior transparência e equidade” nos concursos de professores. “Existem claramente alterações muito significativas em relação a procedimentos do passado”, acrescenta. Exemplo disso é a proposta com vista a “reforçar-se, muito significativamente, a importância da graduação profissional” nos concursos para professores contratados, continua.(...)"