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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Administrar

Há um aforismo de Wittgenstein que diz que "as relações humanas seriam muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra".


Passe os olhos pela excepcional obra de Herberto Helder.


1ª edição em 10 de Junho de 2013.



Herberto Helder (2013:78). "Servidões". Assírio e Alvim. Lisboa.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Narração de um homem em Maio (1953-60). 

Narração de um homem em Maio (1953-60). 


Mexo a boca, mexo os dedos, mexo a ideia da experiência. Não mexo no arrependimento. Pois o corpo é interno e eterno do seu corpo. Não tenho inocência, mas o dom de toda uma inocência. E lentidão ou harmonia. Poesia sem perdão ou esquecimento. Idade de poesia.


 


Herbero Helder em Poesia Toda

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Narração

 


 


 


Narração de um homem em Maio (1953-60). 


Mexo a boca, mexo os dedos, mexo a ideia da experiência. Não mexo no arrependimento. Pois o corpo é interno e eterno do seu corpo. Não tenho inocência, mas o dom de toda uma inocência. E lentidão ou harmonia. Poesia sem perdão ou esquecimento. Idade de poesia.


 


Herbero Helder em Poesia Toda

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

idades

 


 


 


 


Narração de um homem em Maio (1953-60).


 



Mexo a boca, mexo os dedos, mexo
a ideia da experiência.
Não mexo no arrependimento.
Pois o corpo é interno e eterno
do seu corpo.
Não tenho inocência, mas o dom
de toda uma inocência.
E lentidão ou harmonia.
Poesia sem perdão ou esquecimento.
Idade de poesia.


 



Herberto Helder em Poesia Toda.


 


Para acompanhar o poema escolhi uma das 100 fotografias mais influentes da história para


a revista Time. 


 


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terça-feira, 22 de novembro de 2016

idade da poesia

 


  


 


 


 



Narração de um homem em Maio (1953-60).


 



Mexo a boca, mexo os dedos, mexo
a ideia da experiência.
Não mexo no arrependimento.
Pois o corpo é interno e eterno
do seu corpo.
Não tenho inocência, mas o dom
de toda uma inocência.
E lentidão ou harmonia.
Poesia sem perdão ou esquecimento.
Idade de poesia.


 



Herberto Helder em Poesia Toda.


 


Para acompanhar o poema escolhi uma das 100 fotografias mais influentes da história para


a revista Time. 


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sábado, 3 de outubro de 2015

administrar?

 


 


 


 


 


 


Há duas ideias a ter em conta nos picos de contestação: o aforismo de Wittgenstein que diz que "as relações humanas seriam muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra" e a certeza de Rainer Maria Rilke de que, em qualquer circunstância e por mais rodeados de pessoas que estejamos, "estamos irremediavelmente sós".


 


Os professores não escapam à devastação a que têm sido sujeitos a maior parte dos portugueses. Têm até a particularidade de andarem há anos a fio em "mobilidade especial". A união que se está a verificar neste grupo profissional terá uma estreita relação com a "impossibilidade" de escapar à tragédia e com a necessidade de contrariar o infortúnio em solidão. A catarse colectiva manifesta-se de várias formas e está longe de se esgotar. A distância que nos separa do fim da linha é tão longínqua como a que medeia as "realidades" de 2006 e 2013. Os administradores da mesa negocial devem ponderar muito bem sobre o momento de excepção que vivemos e podem passar os olhos pela última e excepcional obra de Herberto Helder.


 


1ª edição em 10 de Junho de 2013.


 



 


Herberto Helder (2013:78). "Servidões". Assírio e Alvim. Lisboa.


 


 


 


 


 


 

terça-feira, 24 de março de 2015

Herberto Helder (1930 - 2015)

 


 


 


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Herberto Helder (2013:78). "Servidões". 


Assírio e Alvim. Lisboa.


 


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Narração de um homem em Maio (1953-60).




Mexo a boca, mexo os dedos, mexo
a ideia da experiência.
Não mexo no arrependimento.
Pois o corpo é interno e eterno
do seu corpo.
Não tenho inocência, mas o dom
de toda uma inocência.
E lentidão ou harmonia.
Poesia sem perdão ou esquecimento.
Idade de poesia.


Herbero Helder em Poesia Toda. 


 


 


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Herberto Helder (2014:31). "A morte sem mestre". 


Assírio e Alvim. Lisboa.

terça-feira, 10 de junho de 2014

"a morte sem mestre"

 


 


 


 


 


 


 


"A morte sem mestre" de Herberto Helder exigiu o pagamento antecipado para a aquisição de um exemplar de mais uma edição limitada. Já tinha sido assim com o "Servidões", apesar da questão financeira ter seguido a modalidade habitual. Desta vez, somos premiados com um CD com cinco poemas lidos pelo autor.


 


 


 



 


 


O primeiro poema remeteu-me para Rilke, para as suas "Elegias de Duíno" e para os seus anjos. Mais à frente, Herberto Helder parece concordar ao referir "As elegias da morte". É um bom começo.


 


 



 


 


É uma obra que se recomenda (considero-a genial, mas isso já é vulgar em Herberto Helder). Escolhi ainda a página 31, mas podia ter sido outra qualquer. Talvez volte a postar sobre o livro e espero não trair o negócio. O "Servidões" ficou-me por 20 e poucos euros e, segundo o livreiro, já vai em mais de 150 nos nos locais de comércio. Mas até o autor parece concordar com o fastio com tanto número.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

administra

 


 


 


 


Há duas ideias que me ocupam a mente nos picos de contestação que envolvem grupos de pessoas: o aforismo de Wittgenstein que diz que "as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra" e a certeza de Rainer Maria Rilke de que, em qualquer circunstância e por mais rodeados de pessoas que estejamos, "estamos irremediavelmente sós".


 


Os professores não escapam à devastação a que têm sido sujeitos a maior parte dos portugueses. Têm até a particularidade de andarem há anos a fio em "mobilidade especial". A catarse colectiva manifesta-se de várias formas. A distância que nos separa do fim da linha é uma incógnita. Os administradores da mesa negocial devem ponderar muito bem sobre o momento de excepção que vivemos e podem passar os olhos pela última obra de Herberto Helder.


 


 



 


 


Herberto Helder (2013:78). "Servidões".


Assírio e Alvim. Lisboa.


 


 


 

domingo, 7 de junho de 2009

idade de poesia

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Narração de um homem em Maio (1953-60).









Mexo a boca, mexo os dedos, mexo

a ideia da experiência.

Não mexo no arrependimento.

Pois o corpo é interno e eterno

do seu corpo.

Não tenho inocência, mas o dom

de toda uma inocência.

E lentidão ou harmonia.

Poesia sem perdão ou esquecimento.

Idade de poesia.





Herbero Helder em Poesia Toda.