terça-feira, 24 de março de 2015

Herberto Helder (1930 - 2015)

 


 


 


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Herberto Helder (2013:78). "Servidões". 


Assírio e Alvim. Lisboa.


 


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Narração de um homem em Maio (1953-60).




Mexo a boca, mexo os dedos, mexo
a ideia da experiência.
Não mexo no arrependimento.
Pois o corpo é interno e eterno
do seu corpo.
Não tenho inocência, mas o dom
de toda uma inocência.
E lentidão ou harmonia.
Poesia sem perdão ou esquecimento.
Idade de poesia.


Herbero Helder em Poesia Toda. 


 


 


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Herberto Helder (2014:31). "A morte sem mestre". 


Assírio e Alvim. Lisboa.

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