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sexta-feira, 8 de março de 2024

O princípio da leveza


(encontrei esta imagem aqui)


O Princípio da Leveza


(um dos seis, que afinal foram cinco, princípios para o milénio que estamos a viver) 


foi escrito por Italo Calvino, um pouco antes da sua morte, para fazer as famosas conferências de Charles Eliot Norton Poetry Lectures na Universidade de Havard, nos Estados Unidos. 


Leveza, rapidez, exactidão, visibilidade, multiplicidade e consistência foram as suas propostas. A consistência ficou por escrever. Do carácter premonitório e intemporal das lições do grande mestre Italo Calvino, saliento a leveza como uma leitura que me é indispensável. Para a conhecer basta inserir os critérios num qualquer motor de busca na internet ou ler o livro, claro. Vale a pena.


3ª edição.

sábado, 23 de abril de 2022

Leitura dos Clássicos

 


 



"Os clássicos são livros de que se costuma ouvir dizer: "estou a reler..." e nunca: "estou a ler..."; um clássico é um livro que nunca acabou de dizer o que que tem a dizer; os clássicos são livros que quanto mais se julga conhecê-los por ouvir falar, mais se descobrem como novos, inesperados e inéditos ao lê-los de facto; é clássico o que tiver tendência para relegar a actualidade para categoria de ruído de fundo, mas ao mesmo tempo não puder passar sem esse ruído de fundo"(...).


 


Italo Calvino (1991), "Porquê ler os clássicos?" 


tradução de José Colaço Barreiros, 


edição da Teorema


 


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

O Princípio da Leveza


(encontrei esta imagem aqui)


O Princípio da Leveza


(um dos seis, que afinal foram cinco, princípios para o milénio que estamos a viver) 


foi escrito por Italo Calvino, um pouco antes da sua morte, para fazer as famosas conferências de Charles Eliot Norton Poetry Lectures na Universidade de Havard, nos Estados Unidos. 


Leveza, rapidez, exactidão, visibilidade, multiplicidade e consistência foram as suas propostas. A consistência ficou por escrever. Do carácter premonitório e intemporal das lições do grande mestre Italo Calvino, saliento a leveza como uma leitura que me é indispensável. Para a conhecer basta inserir os critérios num qualquer motor de busca na internet ou ler o livro, claro. Vale a pena.


2ª edição.

sábado, 29 de outubro de 2016

Ler os clássicos

 


 


 



"Os clássicos são livros de que se costuma ouvir dizer: "estou a reler..." e nunca: "estou a ler..."; um clássico é um livro que nunca acabou de dizer o que que tem a dizer; os clássicos são livros que quanto mais se julga conhecê-los por ouvir falar, mais se descobrem como novos, inesperados e inéditos ao lê-los de facto; é clássico o que tiver tendência para relegar a actualidade para categoria de ruído de fundo, mas ao mesmo tempo não puder passar sem esse ruído de fundo"(...).


 


 


Italo Calvino (1991), "Porquê ler os clássicos?" 


tradução de José Colaço Barreiros, 


edição da Teorema


 


calvino_italo-19810625-2_png_300x307_q85


 


 


domingo, 4 de setembro de 2016

uma boa dupla

 


 


 


 


  


Talvez o melhor livro de Italo Calvino (a cada leitura mais isso se acentua)


Joseph Stiglitz (justifica sempre quando é alguém do lado dos fracos e ponto final).


 

sábado, 21 de setembro de 2013

Incontornáveis

 


 


 


 


 


 



 


 


Talvez o melhor livro de Italo Calvino (a cada leitura mais isso se acentua)


e o novo livro de Joseph Stiglitz (promete sempre quando se vê alguém do lado dos fracos e ponto final).


 


 


Repare-se na apreciação do Guardian ao livro de Joseph Stiglitz e na adjectivação. Se a sociedade está intoleravelmente injusta, o que resta fazer?


 


 


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

leveza e actualidade

 


 


Italo Calvino foi sage quando incluiu a leveza nas seis propostas para o milénio que agora começou. Lembrei-me dessa premonição a propósito da mediatização de uma petição a pedir a demissão do presidente da República. Entendi a iniciativa como um momento de humor - género que deve sempre ser levado a sério - e de leveza e que evidencia o que sempre me pareceu: o actual presidente espalha-se quando o "ponto" não está de serviço. Já são tantas as "gafes" que nem é para levar a sério. O senhor é impagável e ponto final.


 


Não me satisfazem as derrotas de quem quer que seja; prefiro os desfechos optimistas. Mas há dois momentos na nossa jovem democracia que me deixaram muito satisfeito: a derrota de Cavaco Silva nas presidenciais de 1995 e a recente de Sócrates. O "cavaquismo" foi nefasto e pensei, nessa altura, que nos tínhamos livrado da coisa. Ressurgiu anos mais tarde com a promessa habitual: um "não-político" que ia pôr as contas em dia; é o que se está a ver. Se não são essas as funções presidenciais, então que não se tivesse usado o argumento em campanha eleitoral ou criado o monstro por causa dos votozinhos e de outras coisas mais que vamos conhecendo.

domingo, 10 de janeiro de 2010

porquê ler os clássicos?

 



Foi daqui.


 


 


 


"Os clássicos são livros de que se costuma ouvir dizer: "estou a reler..." e nunca: "estou a ler..."; um clássico é um livro que nunca acabou de dizer o que que tem a dizer; os clássicos são livros que quanto mais se julga conhecê-los por ouvir falar, mais se descobrem como novos, inesperados e inéditos ao lê-los de facto; é clássico o que tiver tendência para relegar a actualidade para categoria de ruído de fundo, mas ao mesmo tempo não puder passar sem esse ruído de fundo"(...).





 


Italo Calvino (1991), "Porquê ler os clássicos?"


tradução de José Colaço Barreiros,


edição da Teorema.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

italo calvino

 


 



 


 


(encontrei esta imagem aqui)


 


 



O Princípio da Leveza


(um dos seis, que afinal foram cinco, princípios para o milénio que estamos a viver).


 


foi escrito por Italo Calvino, um pouco antes da sua morte, para fazer as famosas conferências de Charles Eliot Norton Poetry Lectures na Universidade de Havard, nos Estados Unidos.


 


Leveza, rapidez, exactidão, visibilidade, multiplicidade e consistência foram as suas propostas. A consistência ficou por escrever. Do carácter premonitório e intemporal das lições do grande mestre Italo Calvino, saliento a leveza como uma leitura que me é indispensável. Para a conhecer basta inserir os critérios num qualquer motor de busca na internet ou ler o livro, claro. Vale a pena (pode começar por aqui ou por aqui).