O eterno desenho do Quino.
O liberalismo selvagem (ou ultraliberalismo) vigente, persistente, totalitário e já com história, tem contornos evidentes. A sua agenda consistiu na diluição de alguns valores essenciais à democracia. Por exemplo, a ideia de transparência foi-se tornando em algo só ao alcance de pessoas pouco espertas ou nada expeditas: uma coisa démodé.
Nada tens a esconder? Não és interessante. És um aborrecido.
A revista do Expresso tem uma interessante entrevista sobre a necessidade de desconstruir o tal liberalismo:
O título está também interessante:
A entrevista é extensa. Escolhi uma das lides (de lead :)):
E por falar em revistas e peças interessantes, também aconselho a peça da Revista do Público sobre "O estado da meritocracia em Portugal".
Incrível como é que no ano do senhor de 2014 ainda há sociedades “secretas”, de fraque e avental.
ResponderEliminarO culto do pseudo elitismo continua bem vivo assim como os antigos costumes de cavar a cunha e fazer a panelinha.
Enfim.
ResponderEliminarEm abono da verdade convém dizer que é um padrão cultural perfeitamente aceite pela esmagadora maioria da população. Cada um à sua microescala claro. O que o outro faz é errado quando o próprio o faz há milhentas formas de racionalizar o nepotismo. Se o grande problema são os senhores de avental eu sou o papa.
ResponderEliminarExacto.
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