A não derrota em toda a linha dos gregos descontrola a direita europeia, com particular incidência nos "bons alunos" ou que tenham eleições à vista.
O insucesso do programa de afundamento, outrora ajustamento, é já impossível de esconder. Ainda por cima, e Tsipras joga com isso, Putin espreita uma qualquer tábua de salvação com a segurança de que a multiplicação do grexit arruinaria uma União Europeia que não consegue sequer salvar uma pequena economia; e Pequim observa.
Os revisionismos são agora mais difíceis. A Grécia era um país do sólido centrão europeu, mas com o programa referido, o arco governativo esfumou-se, os "radicais" diversos entraram no parlamento, os excluídos passaram a grupo maioritário, o PIB caiu acima dos 20%, os inúmeros desenhos económicos falharam e olhamos para o presidente português e revemos os mentores que mais parecem os últimos inconscientes da tragédia do Titanic. Alguém que acorde o senhor, que lhe mude a receita ultraliberal e que lhe segrede que o mundo pula e avança. Quanto ao PS, percebe-se a desorientação e o compasso de espera com a ideia dos prognósticos no fim do jogo.
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