O surrealismo, como corrente artística de vanguarda que influenciaria o modernismo entre as duas grandes guerras do século XX, estará patente no neoliberalismo que afundou o país e a maioria das instituições.
Ansiamos por uma saída. Olhar para essa corrente ajudaria, até para os que atingiram um pico de adrenalina como foi o caso do ex-primeiro-ministro que anteontem confessou sobre o inquérito à CGD: "infantil manobra tática preventiva" do parceiro da bancarrota.
Ou seja, primeiro destrói-se e depois "trocam-se infantilidades". E aí voltamos à análise do surrealismo. A sua saída exige psicanálise. Convém recordar que a corrente de Sigmund Freud penetrava no inconsciente, o que influenciou decisivamente o surrealismo como actividade criativa.
Este blogue lava a alma - não desisto de repetir. O Paulo é ENORME.
ResponderEliminarSubscrevo. É um blog de grande sensibilidade que lava a alma de quem o lê - desculpe a repetição!
ResponderEliminarMuito obrigado aos dois.
ResponderEliminarNão há correntes de pensamento opostas. Não "ideologias" em confronto. Há grupos que que opõem uns aos outros. Disputam coutadas entre si. Elites que se unem para se imporem aos demais. Pessoas com interesses. Só isso.
ResponderEliminarNem mais. "Trocam-se infantilidades" que têm custado caríssimo. Há dias li: "elites? Que elites?!"
ResponderEliminarAs elites existem. Pode-se é achar que não merecem o poder que detêm. Mas isso, por si só, não lhes retira o poder. E é isso que as pessoas se esqueceram... a verdadeira política lida com poder, não com petições, manifestações higiénicas e outras pseudo-intervenções.
ResponderEliminarSim, claro. Concordo. Em registo humorado, escrevi aos bloggers deste último manifesto qualquer coisa assim: tanta expectativa e um manifesto como produto?
ResponderEliminarMesmo que quisessem duvido que fossem capazes de produzir outra coisa. Actuam dentro dos ditames do está definido como "aceitável". Como tal as iniciativas nunca dão em nada. Abandonaram a política pelas artes criativas - acredito que seja muito compensador a nível pessoal... mas não é política.
ResponderEliminarPercebo. Não dão em nada? Digamos que a história nos mostra que têm resultado em alguma coisa se forem vistas como pontos de partida. Mas não gosto de advogar em causa própria; é difícil medir estas coisas.
ResponderEliminarNão nego a dificuldade do que se quer atingir - e muito menos a boa vontade de alguns que se empenham. Mas o que eu vejo é uma linha de "combate" descendente... em que se perde cada vez mais e que cada "vitória" não faz mais que adiar outra derrota.
ResponderEliminarHá um sentimento de queda; de sempre a descer. Assim parece.
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