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terça-feira, 14 de maio de 2013

e para não variar, os cortes incidirão nos do costume

 


 


 



 


 


 


Quando li que "Passos diz que as novas medidas não se aplicam "à generalidade" dos cidadãos" pensei: não tarda muito e está a afirmar qualquer coisa como "Portugal precisa de menos professores". Dá ideia que os governos "entretém" as pessoas com outros alvos para acabarem nos do costume. Há anos a fio que é assim. Veremos o que dizem os senadores da direita e da esquerda.


 


Por mais que se saiba que a redução da natalidade está ainda longe de influenciar o número de alunos no curto e no médio prazos, que houve um aumento do número de alunos por turma associado à redução curricular e a uma gestão escolar única no mundo conhecido, que temos ainda uma percentagem, que nos envergonha, de pessoas que não concluem o ensino secundário e mesmo o 3º ciclo, o primeiro-ministro faz estas afirmações na linha das conclusões do indizível relatório FMI.







quinta-feira, 2 de maio de 2013

andámos a viver acima das nossas posses?

 


 


 


É verdade. 


 


É verdade que temos mesmo razões para dizermos que andámos a viver acima das nossas posses?


 


É verdade.


 


É verdade que sustentámos anos a fio uma oligarquia de benesses ilimitadas e que fizemos de conta que não era connosco?


 


É verdade.


 


É verdade que fomos enganados, e em muitos casos fomos complacentes, por uma vaga de corrupção que estava muito acima do que podíamos pagar?


 


É verdade.


 


É verdade que todos os povos pagam os seus corruptos mas que nós fomos muito para além do que podíamos?


 


É verdade.


 


E também é verdade, e é ainda mais grave, é que continuamos a viver nesse regime que está muito para além das nossas posses.


 


Como bem diz Paulo Morais, a crise foi provocada pela corrupção e não pelos excessos da maioria dos portugueses. "(...)Paulo Morais destacou o peso do caso BPN e das Parcerias Público-Privadas (PPP), entre outros, na dívida pública e lembrou que 68% da dívida privada é resultante da especulação imobiliária, salientando que só cerca de 15% da divida privada se pode atribuir aos alegados excessos dos portugueses(...)".


 


E quais são as principais medidas que o Governo se prepara para anunciar?