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sexta-feira, 11 de março de 2016

tudo se liga

 


 


 


Com 40 anos de democracia ainda temos 500 mil analfabetos (cerca de 5% da população). É uma vergonha. E se passamos o tempo em comparações com sociedades europeias que eliminaram o analfabetismo no século XIX, devíamos olhar para o modo como por aí educam; como alguém disse, "tudo se liga". Observar se as crianças têm tempo fora da escola e se precisam da "chantagem" das provas para serem disciplinadas e estudarem. Custa confessar, mas parece que por cá nada funciona sem "ameaças". As crianças não "obedecem" sem "chantagem". Que desesperança. Oscilamos nos extremos. É o relatado ou o temor dos adultos com o "não educativo". Triste da sociedade que não consegue educar com optimismo, com estímulo à curiosidade, pela positiva e com liderança educativa. E quando assim é, não são surpreendentes os números da primeira frase.


 


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domingo, 22 de novembro de 2015

da adopção de crianças

 


 


 


 


Impressionou-me ouvir a Igreja reivindicar superioridade moral na Educação de crianças; e logo em crianças carentes de adopção. Das duas uma: já não há produção de espelhos ou espera-nos o fim do mundo.


 


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sábado, 14 de junho de 2014

do futebol à educação

 


 


 


 


Alguns descomplexados competitivos usam muito um raciocínio: o sistema escolar tem de ser competitivo a exemplo do sistema desportivo. Defendem que os mecanismos de selecção usados, por exemplo, no 12º ano de escolaridade (exames a x disciplinas, rankings de escolas, pautas públicas de classificações, quadros de valor e de mérito e por aí fora) devem ser plasmados nos anos anteriores. A preparação de "verdadeiros" top performers só não chegou ao pré-escolar porque os "especialistas" ainda estão a objectivar a construção em Lego (e isto não implica qualquer desprezo por esse nível de ensino) para determinarem a restante parafernália.


 


Pois é exactamente o contrário de tudo isto que se praticou nos modelos de formação desportiva bem sucedidos, e mais do que comprovados, no mundo conhecido.


 


Desde logo, prevaleceu sempre a ideia de alargar o mais possível a base da pirâmide e de só se tentar perceber os "talentos" depois dos 14 anos. Antes dessa idade, e tomando como exemplo um desporto colectivo, havia jogos com resultados mas sem classificações de equipas. Sempre que começava um jogo estavam todos em "igualdade de circunstâncias". Havia um tempo mínimo e máximo de participação de cada jogador e chegava-se mesmo a impor um limite máximo de pontos (no basquetebol, por exemplo) que implicava a substituição do jogador.


 


E podíamos estar a tarde toda a elencar as características inalienáveis da formação. As vantagens são óbvias e para além das já enunciadas, com os factores de ordem psicológica, de aprendizagem técnica e táctica, de superação na alta competição e de aprendizagens "para a vida" na primeira linha das preocupações.


 


 



 


 


 


 


 

quinta-feira, 13 de março de 2014

"10 razões para se proibir tecnologias para crianças"

 


 


 


 


Os efeitos da utilização das tecnologias por parte das crianças, e mesmo pelos adultos, claro, é um assunto que está longe de muitas certezas. Prevalece, como sempre, a ideia da sensatez. Todavia, há uma óbvia alteração de comportamentos que merece discussão.


 


Neste blogue, encontrei o seguinte:


 


 



 


 


As 10 razões, que pode ler com detalhe no link indicado, são as seguintes:


 


 


1 . Crescimento rápido do cérebro           


 


2 . Atraso no desenvolvimento


 


3 . Epidemia de obesidade           


 


4 . Privação do sono           


 


5 . Doença Mental           


 


6 . Agressão


 


7 . Demência digital


 


8 . Vícios           


 


9 . Emissão de radiação


 


10 . Insustentável           


 


 


O post vem acompanhado da seguinte tabela:


 


 


 



 


 


 


 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

descentrar

 


 


Os escrutínios da democracia mediatizada também têm desvantagens. A colocação da escola no centro do turbilhão informativo acelera os propósitos ditos reformistas e impede que o tempo forneça inteligibilidade aos caminhos. Colocar o escolar no reino do senso-comum desqualifica o debate (e as crianças estão sempre atentas, como se sabe), como se tem visto.


 


Impressiona, pelo menos em Portugal, a eliminação da Educação. Nem uma linha. Creio que o fundamental está por aí, mas percebo que desinteresse audiências porque interessa conveniências. A que horas se deitam as nossas crianças? Têm tempo livre? Como passam o tempo? Têm computador e televisor no quarto? Quanto tempo passam por dia nas redes sociais? Usam telemóvel desde que idade? A que brincam? Como, e quanto tempo, interagem com as famílias? Como se alimentam? Fazem exercício físico? Existe um efectivo controlo do peso? Como se organiza o horário de trabalho dos pais? Construíram-se os bairros a pensar nas crianças? Qual é a qualidade de vida das crianças que passam horas em transportes escolares? Quais são os hábitos de leitura? E podíamos ficar horas a lançar as interrogações que questionam a maioria dos fenómenos que infernizam o debate a partir do interior da escola.