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domingo, 27 de outubro de 2024

Um filme a não perder: Megalopolis (2024) de Francis Ford Coppola


Na linha de Citizen Kane (1941) de Orson Welles (Orson tinha 25 anos de idade quando o realizou), Megalopolis (2024) de Francis Ford Coppola (Francis tinha 85 anos de idade quando o realizou) tem a seguinte sinopse no Público:



"O projecto custou 120 milhões de dólares, que o próprio Francis Ford Coppola (leia a entrevista do Ípsilon com o realizador) financiou perante as sucessivas rejeições dos estúdios, depois de ter vendido uma parte das suas vinhas. Dura duas horas e 13 minutos (sem os créditos) e desvela-se como um épico: o conflito, numa Nova Iorque destruída, entre Cesar Catilina, um arquitecto individualista, e o corrupto Franklyn Cicero, o presidente da câmara de Nova Iorque. Ambos lutam pela reconstrução da cidade: de um lado, o idealismo e a utopia; do outro, a corrupção. Não é por acaso que, através dos nomes, a queda de Nova Iorque surge associada à queda do Império Romano. O filme é então uma fábula sobre o narcisismo e a ambição, sobre a vertigem que se apodera do espírito humano. Apresentado no Festival de Cinema de Cannes (onde Coppola arrecadou a Palma de Ouro de 1979 com Apocalypse Now), Megalopolis conta com elenco de luxo, em que se incluem Adam Driver, Giancarlo Esposito, Dustin Hoffman, Shia LaBeouf, Laurence Fishburne, Jon Voight, Nathalie Emmanuel ou Talia Shire (irmã do realizador). Vasco Câmara"



 


 


 

terça-feira, 31 de maio de 2022

Parasitas, O Filme

Sem a metáfora, "Parasitas" é um filme interessante. Mas o desenvolvimento da narrativa metafórica transporta-nos para uma série de ligações que fazem de "Parasitas" uma obra imperdível. Desde os sonhos dos pobres à inevitabilidade dos fantasmas dos ricos e passando pelas caves que habitam o universo de cada um, a trama de "Parasitas" e é de algum modo intemporal e de espaço ilimitado.



"Depois de ambos os pais terem perdido os empregos, uma família sul-coreana tenta sobreviver numa pequena cave à custa de biscates. A oportunidade de mudança surge quando Ki-woo, o filho, é recomendado por um amigo para o substituir como explicador de inglês em casa de uma família abastada. Lá, vai conhecer Da-hye, a sua jovem e atraente nova aluna. Ao perceber que os donos da casa procuram uma professora de artes para o filho mais novo, Ki-woo tem uma ideia: sugerir o nome de uma "conhecida" sua que, na verdade, é a própria irmã. A partir daqui, tudo se descontrola. Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, uma comédia negra sobre injustiças sociais, com assinatura do aclamado realizador sul-coreano Bong Joon-ho ("The Host - A Criatura", "Memories of Murder", "Mother - Uma Força Única", "Snowpiercer - Expresso do Amanhã"). "Parasitas" foi também o vencedor-surpresa dos Óscares 2020: Melhor Filme, Realizador, Argumento Original e Filme Estrangeiro. PÚBLICO"



 


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Parasitas

Sem a metáfora, "Parasitas" é um filme interessante. Mas o desenvolvimento da narrativa metafórica transporta-nos para uma série de ligações que fazem de "Parasitas" uma obra imperdível. Desde os sonhos dos pobres à inevitabilidade dos fantasmas dos ricos e passando pelas caves que habitam o universo de cada um, a trama de "Parasitas" e é de algum modo intemporal e de espaço ilimitado.



"Depois de ambos os pais terem perdido os empregos, uma família sul-coreana tenta sobreviver numa pequena cave à custa de biscates. A oportunidade de mudança surge quando Ki-woo, o filho, é recomendado por um amigo para o substituir como explicador de inglês em casa de uma família abastada. Lá, vai conhecer Da-hye, a sua jovem e atraente nova aluna. Ao perceber que os donos da casa procuram uma professora de artes para o filho mais novo, Ki-woo tem uma ideia: sugerir o nome de uma "conhecida" sua que, na verdade, é a própria irmã. A partir daqui, tudo se descontrola. Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, uma comédia negra sobre injustiças sociais, com assinatura do aclamado realizador sul-coreano Bong Joon-ho ("The Host - A Criatura", "Memories of Murder", "Mother - Uma Força Única", "Snowpiercer - Expresso do Amanhã"). "Parasitas" foi também o vencedor-surpresa dos Óscares 2020: Melhor Filme, Realizador, Argumento Original e Filme Estrangeiro. PÚBLICO"



 


domingo, 2 de fevereiro de 2020

O Oficial e o Espião (J’accuse)

"O Oficial e o Espião (J’accuse)" é o último, e imperdível, filme de Roman Polanski. Como sou um leitor para a vida do "Em busca do tempo perdido", de Marcel Proust, e como o caso do judeu Alfred Dreyfus é abordado em parte significativa da obra, vi o filme com redobrado interesse. Mas é uma obra de primeiríssima qualidade. Leia a descrição que acompanha o trailer que escolhi:



"Paris, final do século 19. O capitão francês Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército. Em 1884, uns inimigos alcançam o seu objetivo: fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado a portas fechadas, ele é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus. Prémio Especial do Júri no Festival de Veneza."



Na revista do Expresso começa assim:


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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

É inclassificável o que o Governo faz aos professores

 


 


 


Custa acreditar que o Governo, por questões financeiras (seria ainda pior se houvesse uma atitude revanchista coordenada pelos mesmos do período 2005-2009), use a avaliação kafkiana do desempenho dos professores para bloquear descongelamentos e progressões. Era preferível dizer que não existem euros suficientes e aplicar o princípio a toda a administração pública e não apenas aos professores. Ou seja, continua o raciocínio: excluímos os professores e desenvolvemos o calendário eleitoral. O vídeo seguinte explica bem os detalhes.


 



 

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

à volta de uma trilogia muito boa

 


 


 


 


trilogia-millennium-stieg-larsson-3


 


Também em filme. Vi apenas o 1 (versão sueca). É um filme muito bom,


mas aquém dos livros; naturalmente.


Trailer do volume 1.


 



 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

regresso ao país

 


 


 


As férias tiram-nos da rede e o regresso é sempre algo burocrático: centenas de emails e actualizações no blogue e nas redes sociais.


 


Um dos emails recomendava um vídeo que deixei a correr enquanto despachava outros assuntos. É, digamos assim, um vídeo sobre o caso BES que é elucidativo do estado do país.