
A edição impressa de hoje do novo jornal diário "I" tem uma reportagem alargada sobre a luta dos professores relacionando-a com o momento político. Resultou numa coisa bonita como o Paulo Guinote testemunha aqui e digitalizou aqui.
Recebi ontem um telefonema de um dos seus jornalistas para uma entrevista. A minha relação com os órgãos de comunicação social tem uma dicotomia clara: antes e depois do "correntes". Sempre escrevi uns textos para as edições impressas dos jornais nacionais e regionais e fui entrevistado algumas vezes por órgãos de comunicação social dos diversos suportes, mas depois do "correntes" comecei a ser muito mais comedido; remeto-os muitas vezes para o blogue. Mas a luta dos professores é o que é e nem sempre consigo dizer que não às entrevistas telefónicas e que depois são passadas para as edições impressas; e importa que se diga, também sabemos da azáfama das redacções dos jornais.
E tudo isto para dizer que o jornalista que ontem me entrevistou baralhou-se e imputou-me declarações que não fiz e que ainda por cima se contradizem de algum modo com textos que tenho escrito no blogue. Não é a primeira vez que isso acontece e nem será a última. Não vou entrar em detalhes porque a coisa nem é muito importante, mas fica o reparo para depois não dizerem que eu não gosto de sair da blogosfera.
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