
O governo parece muito preocupado com as escolas e com os professores que aderiram ao inexequível modelo de avaliação - a sua queda e substituição é comprovada e consensual - e que o efectivaram em seis meses e nas condições que se conhece. Argumentam que esses aderentes tiveram uma carga de trabalho elevada e que não podem ser defraudados.
Quem for bem intencionado, e estiver informado, sabe que não é assim. São os próprios relatórios do ME que falam em medo e mais outras coisas de bradar. Também se conhece a atmosfera de fingimento e de farsa que vigorou e vigora, para já não falar dos conhecidos oportunismos que tanto nos envergonham como classe profissional. E ao que se sabe, os inúmeros porta-folhas não atestam da qualidade profissional de quem quer que seja.
Mas se quisermos raciocinar nas categorias cínicas que Maquiavel advogava, podemos dizer que o governo do partido socialista está com medo de perder mais professores: os que foram indefectíveis das suas políticas e os que movem os valores de acordo com as circunstâncias. Não se esqueçam que o calendário eleitoral é uma incógnita. E desculpem-me a franqueza e a veia fracturante que se apoderou de mim nos últimos tempos. São os limites da paciência.
Quem escreve verdades não tem nada que se desculpar Paulo.
ResponderEliminarA transparência dói mas PREVINE o futuro.
ResponderEliminarPerde a paciência amiúde, a verdade e a realidade agradecem.
ResponderEliminarViva Francisco.
ResponderEliminarOlha que não tenho tanta certeza disso. Não há nada de concreto que me leve a escrever isto, mas se tu o dizes quem sou para te contradizer. Obrigado pelo apoio.
ResponderEliminarPerder mais professores? Ah sim, faltam os "adesivos" . Como manter estes contentes?