domingo, 23 de janeiro de 2011

eleições presidenciais

 


 


 


Cavaco Silva, ao que tudo indica, foi eleito à primeira volta. Manuel Alegre registou um resultado inferior às últimas eleições em que concorreu sem o apoio de qualquer partido e com a presença da candidatura de Mário Soares; foi uma estratégia falhada, como se previa. Fernando Nobre parece que obteve um resultado semelhante ao de Mário Soares em 2006, o que é significativo. Os restantes candidatos registaram resultados interessantes, embora Defensor Moura fique com um número de votos muito residual. A abstenção é o tradicional motivo de reflexão, que adormecerá até ao final do próximo ato eleitoral.


 


Cavaco Silva, José Sócrates e Mário Soares saem vencedores.


 


Os professores portugueses têm os mesmos obstáculos políticos para exercer a difícil defesa da escola pública de qualidade.

25 comentários:

  1. Sócrates e Soares estão de parabéns!

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  2. Desculpa de não comentar.Não digo palavrões.

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  3. Aconteceu o que eu sempre disse que ia acontecer: ganhou o candidato do Bloco Central!
    Cavaco, Pinóquio e Marocas estão de parabéns.
    Os portugueses (como disse Coelho) são masoquistas!

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  4. O discurso de vitória de Cavaco vai resumir-se:

    ...não respondo para mais informações consultem o site da Presidência!

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  5. Cavaco festeja a vitória no Centro Cultural de Bélem - símbolo do cavaquismo de má memória.

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  6. O CCB está vazio. Tudo na mesma como a lesma.

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  7. Se Sócrates não ganhou, Sócrates perdeu! E perdendo Sócrates, ganhamos todos. Com muita pena minha, foi meia vitória, Paulo :( ... Porque Cavaco ganhou.

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  8. Paulo G. Trilho Prudencio23 de janeiro de 2011 às 22:38

    É uma leitura que não me custa aceitar, Miguel. A derrota de Cavaco Silva era muito difícil.

    Talvez fosse melhor para o que temos vindo a defender que Cavaco perdesse; a prazo, Sócrates perderia tb. Era uma primeiro abalo sério no sistema vigente.

    Achas mesmo que Sócrates e as políticas actuais perderam?

    Tenho dúvidas.

    Deste modo, temo que os próximos cinco anos, no mínimo, sejam mais do mesmo.



    Vamos ver. Amanhã é outro dia e cá estaremos.

    Abraço.

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  9. O Presidente do Polvo apresentou hoje no seu discurso de vitória, as linhas mestras do programa de governo do bloco central. Vamos ter mais reformas/cortes...

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  10. O Cavaco está muito inseguro.

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  11. Paulo G. Trilho Prudencio23 de janeiro de 2011 às 23:01

    Tb o estou a achar um bocado para o estranho. Talvez seja impressão minha.

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  12. Cavaco não trouxe nada de novo no seu discurso.

    Um discurso de futuro que traga esperança aos portugueses, ficou por dizer, não por esquecimento mas por falta de competência do dito.

    É preciso mudar esta página negra de Portugal, vamos lutar por uma mudança do sistema político. Acredito num futuro melhor para os portugueses, sem estes abutres do costume...

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  13. O homem está raivoso. Um discurso agressivo e vazio de ideias.

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  14. "Os professores portugueses têm os mesmos obstáculos políticos para exercer a difícil defesa da escola pública de qualidade." Concordo com quase todas as premissas, discordo absolutamente desta tua - conveniente - conclusão. Como, receio, em breve veremos. Quem, de uma forma e de outra, não compreendeu a relevância destas eleições e contribuiu, deste ou daquele modo, para este humilhante desfecho calou a única esquerda capaz de travar o avanço de adversários bem mais assanhados contra a escola pública do que os que temos tido. Que os há, sim. Agora resta-lhes-nos isto: uma mão cheia de si mesmos ou, por outras palavras, uma mão cheia de nada. E muita fogosidade de esplanada.

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  15. Nunca vi nada assim. Parecia que tinha perdido. Vão ser cinco anos muito penosos.

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  16. A minha ideia é simples: com Cavaco Silva na presidência nada mudará nas políticas da Educação. Pode até piorar, se é que isso ainda é possível. É que é mesmo muito difícil fazer pior do que José Sócrates com maioria absoluta e cooperação estratégica. Fogosidade de esplanada? Que é isso?

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  17. Nem comeces. Primeiro, nem por um segundo acreditas que não seja possível descer mais baixo. Reforma curricular, extensão da monodocência ao segundo ciclo, sobrelotação de turmas e de escolas, escolhe, só podes estar a brincar.

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  18. Ah sim Rui. Estava a referir-me à obstinação no erro, à determinação e teimosia num monstro de má burocracia ou num modelo de gestão que afastou a democracia das escolas. Penso que é difícil alguém ser tão desconhecedor de uma matéria mas ter mania que está reformar e que é um incompreendido pelos destinatários da dita. É nesse sentido. Para além das coisas que disse sobre os professores e sobre a sua avaliação. Nem o Santana Lopes se atrevia a tanto. É a isto que me estou a referir. Do resto é como dizes: turmas de 40 alunos e por aí fora.

    Tudo muito mau mesmo

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  19. É, vivemos uma torção violenta do nosso dna profissional. Especialmente professores da nossa geração que viveram o regresso da liberdade. E nem te sei dizer que esta torção não fosse imprescindível. Em todo o caso, nunca com estes preparos. Ou falta deles. Já o disse ao próprio Sócrates, como sabes. É incrível como se desbarata tanta medida importante na educação por mero pirronismo.

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  20. Paulo G. Trilho Prudencio24 de janeiro de 2011 às 23:59

    Mais do que discutir os detalhes da torção, importa sublinhar mesmo o pirronismo; demasiado nefasto, digamos assim. Por vezes, convenço-me que em algumas matérias é muito difícil, se não impossível, de reparar.

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  21. Tenho também essa convicção.

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