sexta-feira, 20 de setembro de 2013

da estraheza com o humano

 


 


 


 


 



Há uma epidemia que considera o sistema escolar uma coisa insólita e longínqua. Essa moda, que se dispersa rapidamente numa população, não racionaliza a ideia de escolar e atinge um grau elevado de rejeição quando se confronta com quem faça disso profissão pública ou, pior ainda, uma causa. É um fenómeno com dúvidas agudas na literacia associada às pessoas, à política, ao social, e, em auge infeccioso, à democracia.


 


É uma sociopatia que não manifesta qualquer empatia para com os seus semelhantes ou de atenção para com os seus problemas. É exímia em manipular factos e incapaz de assumir erros. Pode, em aparente desespero e de forma cínica, admitir “falhas de comunicação".


 


Usa modelos ideológicos com diagramas mentais inflexíveis que desprezam a consistência cultural e histórica das sociedades. Na origem está sempre a estranheza com o humano.


 


 


 


Já usei parte deste texto noutro post.




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