É penoso ver um ministro da Educação com o descrédito do actual. É bom que se diga que se olharmos para o prós e contras de ontem é caso para ficarmos preocupados com o futuro.
Nuno Crato já nem evoca como "obras" as metas ou os achamentos curriculares com cortes a eito nas artes e nas humanidades. O ainda ministro não fala de exames nem da "papelada" denominada por contratos de autonomia. Crato não refere o combate ao facilitismo e nem consegue colocar o emblema do "não-à-parque-escolar-e-às-novas-oportunidade". Já nem os 30 alunos por turma ou a prova de ingresso para professores conseguem pôr o ministro a dar asas à soberba em descrédito dos colegas de profissão.
Repare-se nas quatro "obras" que o ministro acha que deixou como legado: as duas primeiras estão por provar e aa seguintes fazem-nos recuar à década de 60 do século passado.
"(...)O alargamento da rede pré-escolar, a alteração do currículo para o 1.º ciclo, a redução das taxas de abandono escolar e as vias profissionalizantes do ensino secundário foram algumas das medidas apontadas hoje por Nuno Crato, durante a cerimónia de encerramento da conferência “Os Direitos da Criança – Prioridade para quando?”.
“Temos aqui três ou quatro coisas de que o ministério se orgulha muito”, concluiu o ministro da Educação, no final da cerimónia realizada no parlamento e organizada pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC).
Segundo dados citados hoje por Nuno Crato, 99% das crianças com cinco anos frequentam o ensino pré-escolar e quase metade dos alunos do ensino secundário (47%) já opta pela via profissionalizante em alternativa ao ensino regular.(...)"
Sejas bem aparecido meu caro Francisco.
ResponderEliminarObrigado por comentares.
Abraço também.
totalmente de acordo. Ainda bem que recordaste...
ResponderEliminarNão me digas que também precisas que te apelem à memória :)
ResponderEliminarHaja Memória! Conheces a frase?
ResponderEliminarSim, claro Sérgio.
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