A paixão pelo futebol assenta na incerteza do resultado associada à irracionalidade de se ser de um clube. Há toda uma emoção - com inúmeros exemplos saudáveis, obviamente - que resvala para o fanatismo. O fanatismo, ou mesmo a parcialidade das análises, assemelha-se à política partidária. Quando alguém professa o seu amor incondicional, acima de qualquer outro amor ou do respeito por organizações congéneres (clubes, partidos ou outras organizações, mas também países ou cidades), esperam-se comportamentos radicais, disputas alienadas pelo poder e "justificações" para ilegalidades (muitas vezes violentas ou com a violência a aproveitar-se das circunstâncias) em nome do confessado amor. Esse discurso incendeia se for ampliado (como acontece com os média actuais). No futebol há uma agravante na irracionalidade: a vitória num campeonato "liberta" até de crimes. A política não se deve aproximar desse estado.
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