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Há mais de uma década que os governos identificaram os factores que provocariam a falta de professores: desistência de quem experimentava, ausência de candidatos na formação inicial e aumento do número de reformados. Enquanto noutros países se criavam "planos nacionais de emergência para resolver este problema global, se destacavam orçamentos especiais - Irlanda (2 mil milhões de euros) e EUA (9 biliões de dólares) - e se reforçavam os vencimentos dos professores (na França, o início da carreira passou para 2 mil euros)", por cá classificava-se como alarmistas os que identificavam o problema. O orçamento destacado pelos sucessivos governos foi de zero euros, enfrentando-se a realidade com estados de negação, impreparação, falácias e fanatismos partidários.
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