Quando a criança-rei tem escola a tempo inteiro
"Um exemplo dos efeitos da simultaneidade das duas categorias foi o tempo que se demorou a iniciar a discussão sobre o uso do smartphone por crianças e jovens, quando a adicção tecnológica e a exposição à selva digital - dominada pelos discursos de ódio, violência e misoginia e até por conteúdos pornográficos - eram indisfarçáveis há mais de uma década. Ficou-se à espera da escola. Só que a fantástica invenção do smartphone ultrapassa as suas fronteiras, com as gigantes tecnológicas interessadas no seu uso por todos num negócio que controla a decisão política."
Ora leia a notícia do Público:
"Maioria dos crimes sexuais online contra crianças ocorre ao início da noite"
Este texto é também brilhante!
ResponderEliminarAbraço, Joana.
ResponderEliminarObrigado, Paulo. Não tinha lido. Simpatizo pouco com proibições mas se gostamos das crianças e alunos adolescentes, temos a responsabilidade de o defender. Eu alinho pela proibição dos telemóveis com net nas escolas. O ministro fala nisso até ao segundo ciclo, no próximo ano letivo. O senhor Filinto, acha que ainda é cedo demais para tomar medidas dessas.
ResponderEliminarFrancamente, não entendo esse senhor Filinto. E penso que se ficasse calado prestaria um melhor serviço às escolas, professores e alunos