APRENDER A ANDAR DE "BINA" NA ESCOLA
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terça-feira, 20 de setembro de 2022
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
há demasiadas crianças em risco
A desconfiança nas escolas tem diversas causas, mas a primeira relaciona-se com a inabilidade das sociedades em educar as crianças. A relação tem uma proporcionalidade directa. Uma sociedade que se demite de educar, remete para a escola a tarefa na totalidade.
Esta natural impossibilidade explica duas consequências: "perseguição" à profissionalidade dos professores, normalmente através da hiperburocracia e de outros fenómenos causadores de "síndrome de burnout", e aumento do consumo de psicotrópicos (ritalina e afins) em crianças agenda.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
do regresso da norma-travão?
Se o Governo quer elevar a escola pública, tem que se divorciar de vez do legado "totalitário" (escola "educadora a tempo inteiro", por exemplo) comprovadamente nefasto de Lurdes Rodrigues; por mais sedutoras, bem-pensantes e poupadas que pareçam as ideias e os mitos.
escola a tempo inteiro até ao 9º ano?
A escola a tempo inteiro foi uma das medidas educatidas mais polémicas dos últimos anos porque acentuou a ideia de escola transbordante numa sociedade ausente. A sensação de escola-armazém instalou-se e "desresponsabilizou" a sociedade e as famílias deixando à escola a "impossibilidade" da "educação a tempo inteiro". O DN tem uma boa peça sobre o assunto e vamos observando os desenvolvimentos desta ideia tão cara aos governos de Sócrates que triplicou a negatividade da experiência ao impor o mesmo programa em todas as latitudes e ao precarizar até a um nível impensável a profissionalidade dos professores.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
demasiadas crianças tomam psicotrópicos
A desconfiança nos professores tem diversas causas, mas a primeira relaciona-se com a inabilidade das sociedades em educar as crianças. A relação tem uma proporcionalidade directa. Uma sociedade que se demite de educar, remete para a escola transbordante duas tarefas: educar e ensinar na totalidade. Esta impossibilidade explica duas consequências: "perseguição" à profissionalidade dos professores, normalmente através da hiperburocracia e de outras inutilidades causadoras de "síndrome de burnout", e aumento do consumo de psicotrópicos (ritalina e afins) em crianças agenda.
domingo, 21 de junho de 2015
dos eufemismos escolares e do estado a que isto chegou
É natural nos países europeus que as escolas encerrem para férias algumas vezes por ano de modo a que alunos, professores e outros profissionais escolares renovem as energias. É assim e ponto final. Em Portugal é diferente, é o grau sei lá o quê dos eufemismos: os "órgãos" das escolas dizem que interrompem para reflectir e os dos pais que querem os alunos a frequentar a escola durante 11 meses ao ano (e com férias nas escolas, digo eu).
Há em Portugal outra perda grave (com mais uns faz de conta à mistura): a autoridade escolar. Como se confunde legitimidade democrática com comunidade educativa e se tratam alunos e filhos como iguais e não como "o outro", a autoridade escolar vive num género de PRECeterno. A ideia do cliente escolar nivelou muito por baixo, como se comprovou.
O blogue Atenta Inquietude tem um bom texto, se me permitem, sobre o assunto em que acrescenta uma reflexão sobre a industria dos exames cratiana que tira ritmo às disciplinas "não estruturantes" durante uns cinco meses seguidos.
Encontrei um cartoon (já o vi noutras alturas) com uma boa análise da sociedade ausente que remete os tais 11 meses para a escola, como remete os problemas rodoviários, o empreendedorismo, o consumo das pastilhas elásticas, o uso excessivo das tecnologias em casa, a obesidade precoce pelas horas no sofá caseiro, o excesso de doces à venda no café da esquina, a hora tardia a que as crianças se deitam e tudo o que der trabalho a educar.
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O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
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O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
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