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quarta-feira, 21 de março de 2018

O Leopardo

 


 


 


 


"O Leopardo", de Jo Nesbø, publicado entre "O Boneco de Neve" e "A Sede", é outro romance policial de cortar a respiração. Fico na expectativa do próximo.


 


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domingo, 20 de julho de 2014

o submundo já está à minha espera

 


 


 


Passei pelos "50 livros que toda a gente deve ler", na recomendação do Expresso, e "faltam-me" cerca de uma dezena. Decidi-me pelo "Submundo" de Don DeLillo e já foi satisfeita a reserva numa das livrarias que resiste ao sistema do link do livro. Acompanhar-me-á nas férias.


 


A impaciência com a espera é uma boa sensação que se renova.


 


 



 


 


 


 


 


 

domingo, 27 de abril de 2014

Vasco Graça Moura (1942 - 2014)

 


 


 


 


Faleceu Vasco Graça Moura, "um intelectual renascentista do Século XXI".


 


O escritor tem uma obra vasta que vai da poesia ao ensaio passando pela ficção e pelo teatro. Gosto da sua poesia e devo-lhe, acima de tudo e através das traduções, o acesso a duas obras maiores: "A divina comédia" de Dante Alighieri (e essa espécie de introdutório o "A vita nuova") e "Os sonetos a orfeu" do enormíssimo Rainer Maria Rilke. Que descanse em paz.


 


 


 


 



 


 


 


 


 


 


 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

daqui a 200 anos

 


 



 


 


 


Como não recebia o sms a anunciar a chegada do livro de Gilles Châtelet, resolvi passar pela livraria. Os jovens livreiros, que são inexcedíveis em simpatia e profissionalismo, desfizeram-se em desculpas: o livro já tinha chegado e a mensagem seguiu um destino errado.


 


Estava com o pensamento à volta da absolutização do presente, e com a ausência de futuro que caracteriza a actualidade, e pensava no modo como as civilizações recorreram a estudos prospectivos que tantas vezes se confundiram com profecias. É inegável que a segurança com o futuro está, como nunca, no domínio da incerteza e que a maioria das previsões recebem olhares de insustentabilidade.


 


Tinha o meu cérebro nesse registo, e enquanto pagava o livro, ouço alguém enunciar: "daqui a duzentos anos não haverá escolas". Olhei para o o jovem que me atendia, e que me conhece alguma coisa, e perguntei-lhe: "A Maria de Lurdes Rodrigues mantém o registo feiticeiro, mas agora no género masculino?" O jovem conteve o riso e anunciou: "É o Miguel Real."


 


Achei piada e fiquei por ali os quinze minutos restantes da conferência. Percebi que os poucos ouvintes que debatiam com o escritor não gostaram da citada profecia e afirmavam-no com veemência.


 


Concluí que ainda não voltou a ser o tempo dos feiticeiros da totalidade. Até quando?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

embrulhado?

 


 



 


 


 


Imagino que está por ali embrulhado como uma prenda de Natal, mas se não for desse modo virá logo a 26. "O futuro e os seus inimigos", de Daniel Innerarity, desperta-me curiosidade.


 


"Um livro que aposta numa política do optimismo e da esperança numa ocasião em que diminui a confiança no futuro. Boa parte dos nossos mal-estares e da nossa pouca racionalidade colectiva provém de que as sociedades democráticas não mantêm boas relações com o futuro. Em primeiro lugar, porque todo o sistema político, e a cultura em geral, estão virados apenas para o presente imediato e porque o nosso relacionamento com o futuro colectivo não é de esperança e projecto mas de precaução e improvisação. Este livro procura contribuir para uma nova teoria do tempo social na perspectiva das relações que a sociedade mantém com o seu futuro: de como este é antevisto, decidido e configurado. O trabalho que as sociedades actuais têm de efectuar sobre o tempo obriga-as a incluir cada vez mais futuro nos seus cálculos. Se não errarmos ao criar processos que nos abram um horizonte mais ambicioso, o do longo prazo, a transformação de que as sociedades democráticas necessitam será o resultado imediato dessa abertura para fazer do futuro o seu mais interessante espaço de acção. Para que a acção não seja reacção insignificante e o projecto se não converta em idealismo utópico, é necessária uma política que faça do futuro a sua tarefa fundamental."