É-lhe indiferente a tendência autoritária que se alastra? É longínqua? Não o afectará? O filme Mr. Klein retrata quem se achava acima das malfeitorias dos franceses nazis em 1942.
"MR. KLEIN - UM HOMEM NA SOMBRA
É-lhe indiferente a tendência autoritária que se alastra? É longínqua? Não o afectará? O filme Mr. Klein retrata quem se achava acima das malfeitorias dos franceses nazis em 1942.
"MR. KLEIN - UM HOMEM NA SOMBRA
É-lhe indiferente a tendência autoritária que se alastra? É longínqua? Não o afectará? O filme Mr. Klein retrata quem se achava acima das malfeitorias dos franceses nazis em 1942.
"MR. KLEIN - UM HOMEM NA SOMBRA
É-lhe indiferente a tendência autoritária que se alastra? É longínqua? Não o afectará? O filme Mr. Klein retrata quem se achava acima das malfeitorias dos franceses nazis em 1942.
"MR. KLEIN - UM HOMEM NA SOMBRA
"Arbeit macht frei" (alemão), ou "o trabalho liberta", foi a expressão colocada "nas entradas de vários campos de extermínio do regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial, como em Auschwitz, onde a inscrição foi feita por prisioneiros com habilidades em metalurgia e foi erigida por ordem dos nazis em junho de 1940." Como alguém disse, obliterar esta memória é, antes de mais, uma segunda violência sobre as vítimas (e para os seus descendentes) destes tempos de horror e terror.
Até arrepia.
"Alison Klayman acompanhou o maior estratega da direita populista, tido como decisivo na vitória de Trump, e deu por si a pensar se estaria a assistir ao reinício de um terror que a História viu surgir a meio do século passado. O documentário, que se chama “The Brink”, estreia-se esta quinta-feira no DocLisboa e a realizadora falou com o Expresso. “Como é que os nazis se tornaram nazis?”"
Pode ler a entrevista aqui.

"Uma fotografia do republicano e estratega político Steve Bannon tirada do filme “The Brink”, de Alison Klayman, realizadora norte-americana"
ALISON KLAYMAN/THE BRINK
Li algures que quem governa um condado húngaro são os "mesmos" nazis do tempo da segunda guerra mundial. Não exactamente as mesmas pessoas, como é óbvio, mas da família política que se tem perpetuado no poder com eleições. E estão numa fase em que afirmam os seus valores sem qualquer pudor. Há mais países europeus na mesma condição.
Li algures que quem governa um condado húngaro são os "mesmos" nazis do tempo da segunda guerra mundial. Não exactamente as mesmas pessoas, como é óbvio, mas da família política que se tem perpetuado no poder com eleições. E estão numa fase em que afirmam os seus valores sem qualquer pudor. Haverá mais países europeus na mesma condição, embora com um fascismo de bastidores.
1938 foi há um piscar de olhos. Para quem acha que a democracia portuguesa é um dado adquirido ou que os tiques totalitários são apenas impressões, olhe para a imagem e depois leia o texto abaixo. Como alguém disse, há sempre primeiros passos por via administrativa promovidos pelos sem rosto ou pelas figuras menores.
"Para quantos acham que o "flirt" entre o salazarismo e o nazismo foi um mito, aqui deixo uma fotografia de 1938, da autoria do fotógrafo setubalense Américo Ribeiro, numa fábrica de conservas de Setúbal. Só hoje reencontrei esta foto, num livro que tinha perdido há uns anos,
Veja-se o pormenor das mesas postas em forma de suástica, o retrato de Hitler ladeado dos de Salazar e de Carmona, bem como as bandeiras nazi e da organização nazi "Força pela Alegria".
Resta esperar que não apareça por aí um fabiano qualquer a dizer que tudo isto se passou à revelia das orientações do regime...
Autoria atribuída a Francisco Seixas da Costas e retirada do facebook, assim como o texto (recebi ambos por email devidamente identificado)."
Phoenix é um filme imperdível. É uma obra prima comovente. Nelly regressa de um campo de concentração e quando se confronta com as imagens anteriores à guerra para uma cirurgia de reconstrução facial as fotografias assinalam os amigos: os sobreviventes, os falecidos e os nazis. A surpresa é brutal com o universo de hipocrisia e falsidade que preenche as relações humanas. É também uma lição para os tempos neoliberais que vamos vivendo neste milénio e que nos leva a concluir que os movimentos nazis são possíveis ao virar da mais inesperada das esquinas.
Título original: Phoenix
Alemanha, Outono de 1945. Nelly Lenz (Nina Hoss) é uma sobrevivente dos campos de concentração nazis. Apesar de ter escapado à morte, sofreu vários ferimentos que lhe deixaram o rosto totalmente desfigurado. Lene Winter (Nina Kunzendorf), que trabalha para uma agência judaica, cuida dela e leva-a para Berlim, ajudando-a de todas as maneiras que é capaz. Quando, após uma cirurgia de reconstrução facial, Nelly se apercebe de que está quase irreconhecível, Nelly sente-se perdida. É então que decide ficar na cidade e procurar Johnny (Ronald Zehrfeld), o marido, que tudo indica ter sido quem a denunciou às autoridades alemãs. Certo dia, encontram-se. Convencido de que Nelly morreu, Johnny não a reconhece. Mas propõe-lhe um trato: dadas as semelhanças com a esposa que julga falecida, pede-lhe que finja ser ela própria e o ajude a reclamar uma herança em seu nome. Determinada a descobrir a verdade sobre as intenções do homem com quem casou e que nunca deixou de amar, Nelly concorda…Com argumento e realização do alemão Christian Petzold ("Bárbara"), é a adaptação cinematográfica da obra "Le Retour des Cendres", de Hubert Monteilhet. Em 2014, "Phoenix" recebeu o Prémio da Crítica Internacional (Fipresci) no Festival de Cinema de San Sebastián, no País Basco. PÚBLICO
Quando alguém argumenta com o fantasma do nazismo, há sempre umas vozes que classificam o orador como injusto, exagerado, desconhecedor, complexado não competitivo e por aí fora.
Ora leia o que Helmut Schmidt disse, algures na década de oitenta do século XX, a Belmiro Azevedo (página 21 da P2 de de 10 de Março de 2013). É uma opinião do interior de Alemanha e de quem não pode ser acusado de desconhecer o país.