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quinta-feira, 24 de março de 2016

nem é preciso recordar Noam Chomsky

 


 


 


Não é preciso recordar "as 10 estratégias de manipulação" definidas por Noam Chomsky para explicar a estranha, antiga, sistemática e doentia mediazação à volta de mais ou menos uma prova (final ou de aferição) para crianças de sete ou nove anos. Até o novo PR (e entre o caso Banif e o Novo Banco) lá deu asas à veia comentarista para todos os gostos: entre as epifanias cratianas e o "novo tempo", forçou um risível nim. Mas voltando a Chomsky: mediatizar muito o supérfluo tira espaço para o essencial; e é tanto.


 


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domingo, 20 de novembro de 2011

a resposta violenta?

 


 


O actual PS está num imbróglio. Gostariamos de acreditar que está convictamente em estado de dúvida. Precisa de se libertar da herança desastrosa de Sócrates sem o assumir de forma veemente no âmbito interno e está aprisionado pela austeridade que nos domina e que foi assinada com a Troika. José Seguro disse que se ia abster com violência no orçamento. Foi um bocado cómico. Há quem aponte caminhos, num texto notável de José Luiz Sarmento que pode ler no link indicado e que voltarei a postar amanhã.


 


Os tempos não são fáceis para a oposição. Tenho ideia que se terá de combinar sabiamente uma qualquer responsabilidade mainstream com a descoberta de novos caminhos que eliminem a ideia de empobrecimento-sem-mais. De uma coisa podemos estar seguros: não estamos no fim da história e quem não contrariar a deseperança será politicamente irrelevante. 


Seguro: nem troika nem Governo têm legitimidade para reduzir salários