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domingo, 28 de setembro de 2025

Estive, hoje, na SIC Notícias

 


Estive, hoje, na SIC Notícias. Entre outros temas, confirmei o que lhes disse na semana passada: os números que o Ministro da Educação apresentou - 98% das escolas tinham todos os professores - eram ilusórios e que bastaria uma semana para se perceber esta constante trapalhada manipuladora com os números que não ajuda a mudar o que tem que ser mudado.


sexta-feira, 28 de abril de 2023

Estará a democracia a morrer?



«O que faz aumentar este número, são as crises económicas, as crises de imigração, grandes mudanças demográficas nas populações», explica o especialista em democracias, Daniel Ziblatt.





Os eleitores «votam a favor do que é real». Em vez de «tentarem agir de forma demasiado populista, para apelar a estes eleitores», os partidos políticos «têm de encontrar soluções reais para problemas reais».

 





quarta-feira, 31 de julho de 2019

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

dinheiros europeus

 


 


Recebi este vídeo com uma indignação a acompanhar: "nenhum órgão de comunicação social deu conta deste escândalo". Vi o registo e parece-me importante que também o veja.


 


 



 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

desemprego de professores

 


 


A propósito das reuniões de professores de EVT foi produzido um vídeo com inquietantes declarações do secretário-geral da Fenprof.


 


É espantoso: quando as coisas nos começam a tocar somos imediatos a apontar o dedo ao comodismo de quem nos rodeia. Mas deixemos a história e vamos ao que interessa e ao futuro.


 


Os cortes nos horários dos professores podem provocar desemprego em massa. Ninguém se deve considerar a salvo. Os professores são todos contratados: uns a tempo determinado e outros a tempo indeterminado. É claro que despedir um professor com contrato a tempo indeterminado ainda é matéria polémica.


 


Como se tem observado, a preocupação mundial com o código laboral português pode fazer das suas e se o associarmos ao novo modelo de gestão, e ao que ainda se pode seguir, então a coisa pode ficar mais sobreaquecida. O emprego ficará reservado para os parentes, à má maneira portuguesa, e, pelo que me contam, em muitas das cooperativas de ensino e escolas TEIP o sistema está mais do que treinado.


 


E tudo isto para escrever o que é óbvio há muitos anos: o problema de um grupo de professores não é apenas seu.


 


 


 


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

disparates em directo

 


 


Neste post do Paulo Guinote é patente a sua indignação com o que Miguel Sousa Tavares afirmou em directo na SIC generalista. Não vi o directo mas já vi o vídeo. São ditas falsidades sobre a condição dos professores portugueses. Dá ideia que este comentador tem um qualquer problema para resolver com professores.


 


É mais uma prova do que escrevi noutro dia sobre o bullshit: "(....) Por isso, não existe uma teoria geral do “bullshit, o que é paradoxal, considerando a sua ubiquidade. O bullshit é uma ameaça mais insidiosa para a verdade do que a mentira. Está totalmente desligado de uma preocupação com a verdade. O bullshit é objecto de uma estranha tolerância, enquanto a mentira é vista em geral sem benevolência. Outra das razões para o aumento do “bullshit, é o facto da sociedade actual exigir de todos que tenhamos opinião sobre tudo, mesmo sobre aquilo que desconhecemos. É evidente que o mundo dos media constitui um excelente caldo de cultura “bullshit(...)"


 


Pode certificar os disparates.