sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

desemprego de professores

 


 


A propósito das reuniões de professores de EVT foi produzido um vídeo com inquietantes declarações do secretário-geral da Fenprof.


 


É espantoso: quando as coisas nos começam a tocar somos imediatos a apontar o dedo ao comodismo de quem nos rodeia. Mas deixemos a história e vamos ao que interessa e ao futuro.


 


Os cortes nos horários dos professores podem provocar desemprego em massa. Ninguém se deve considerar a salvo. Os professores são todos contratados: uns a tempo determinado e outros a tempo indeterminado. É claro que despedir um professor com contrato a tempo indeterminado ainda é matéria polémica.


 


Como se tem observado, a preocupação mundial com o código laboral português pode fazer das suas e se o associarmos ao novo modelo de gestão, e ao que ainda se pode seguir, então a coisa pode ficar mais sobreaquecida. O emprego ficará reservado para os parentes, à má maneira portuguesa, e, pelo que me contam, em muitas das cooperativas de ensino e escolas TEIP o sistema está mais do que treinado.


 


E tudo isto para escrever o que é óbvio há muitos anos: o problema de um grupo de professores não é apenas seu.


 


 


 


2 comentários:

  1. Anda muita gente a dormir... 80 mil entregaram objectivos uma semana a seguir a terem estado 120 mil na rua... 90% dos directores são os mesmo dos conselhos executivos... VERGONHA

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  2. A redução de professores é uma questão pacifica no seio da classe docente. Existe muito conformismo e acomodação face à situação, é uma tristeza!
    Sejam dignos desta profissão e demonstrem a vossa indignação já na eleição do próximo domingo.

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