(encontrei esta imagem aqui
é uma imagem da 2ª guerra;
refere-se a um assalto
de pára-quedistas alemães)
Sabe-se que as tropas especiais integram, em regra, voluntários e que as suas missões são de alto risco e destinadas a surpreender o inimigo. Muitas vezes, nem os operacionais sabem que partem para não voltar ou que o regresso fica por sua exclusiva conta e risco; missões de sacrifício, digamos assim. Os que me conhecem melhor sabem que não sou nada, mas mesmo nada, belicista; sou até um pacifista, apesar da minha obrigatória passagem por uma tropa especial.
E vem isto a propósito da luta dos professores com o actual governo e dos inúmeros textos que tenho lido em que se associa a já dilatada contenda, e as estratégias usadas pelos dois lados, às manobras dos mais ou menos competentes dos generais mais conhecidos.
Então digo assim: nesta fase do processo inenarrável de gestão das escolas, o ministério da Educação iniciou a operação de lançamento de pára-quedistas sobre as escolas mais resistentes; e escrevo pára-quedistas para ser lido no sentido mais lato que se quiser.
Diz-se que um pára-quedista tem sempre dois pára-quedas, não é? É uma excelente medida porque se falhar um sempre tem o outro. Isto nunca se sabe. Pode vir a precisar dos dois. Ou mais.
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ResponderEliminarLembro-me sempre daquela anedota do avião onde vão várias figuras públicas, o Pinóquio, o papa e uma criança. Com a avaria têm de saltar de pára-quedas e o número existente é inferior ao número de pessoas. Para o fim ficam o papa e a criança que diz ao santo padre: Não te preocupes, há um pára-quedas para ti. O Sócrates saltou com a minha mochila.
É o que vai acontecer! É o que acontece a quem é imprudente! É o que acontece a quem é oportunista! É o que acontece a quem é atrevido!
E lançar-se de mochila..... deve doer muito ao cair no chão!
Bjo, Paulo.
PS: Ainda ando a ler o parecer do Garcia Pereira, mas agora comecei a sublinhar!
Fizeste-me rir
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ResponderEliminarMuito enigmático este post. O que se passa aí pelo sul? Há guerra?
Podemos mandar brigadas todo o terreno. Eu também prefiro a paz, mas a dialéctica da história mostra que ás vezes é necessário lutar. E com a razão do nosso lado!
Tenho ideia que esta coisa que, e no caso de se confirmar, explicarei com mais detalhe não será exclusivo aqui do sul; bem, caldas da rainha nem é sul nem centro.
ResponderEliminarPor vezes é mesmo preciso lutar e não desistir.
Então, mas que lapso inesperado é esse, Paulo? Toda a gente sabe que o páraquedismo é um desporto nacional.
ResponderEliminarFizeste-me rir; ás vezes até parece que é quase o único
ResponderEliminarGostei da anedota, Isabel.
ResponderEliminarPaulo,
ResponderEliminarcomo o nosso treino e os nossos instrutores foram os mesmos, ambos preferimos a paz à guerra... sem nunca virarmos a cara à luta.
Já pensaste na possibilidade de explicar ao paraquedista , que se prepara para o salto no desconhecido, que pode estar a caminho de uma missão sem regresso por lhe faltar o apoio logístico?
Continuo a acreditar que S. Onofre é um exemplo e daqui vos envio toda a solidariedade.
Peço-te que o transmitas a todos os colegas do agrupamento.
Abraço,
Francisco
Obrigado companheiro.
ResponderEliminarFomos treinados para ambas as situações
Os colegas da minha escola passam por aqui e estou seguro que não só retribuem como se sentem com mais força com a leitura das tuas palavras.
Um abraço.