domingo, 5 de abril de 2009

londres 1940

 



 


 


Londres 1940


(imagem recolhida na newsletter


do Teatro da Rainha)

5 comentários:

  1. Contra os piratas marchar marchar…

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  2. Legenda: Escola Portuguesa após instauração do novo regime de gestão

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  3. No outro comentário o anónimo estava de óculos ou de olhos fechados, meio a dormir, parece-me. Agora acordou!!! Está de cabelos em pé!!! Já viu o fez à escola? Já?

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  4. ...agora preocupamo-nos com o essencial: os alunos. Em nada mais estará assente a nossa determinação. Essa permanece a nossa essencial preocupação. Temos conteúdos programáticos para trabalhar. Daqui não nos demovem, por mais perturbações que irresponsavelmente nos queiram cometer.

    Mas que não haja dúvidas: que ninguém subestime, por um segundo que seja, a nossa determinação em expulsar esta CAP de Santo Onofre. Não sabemos quem são, nunca ouvimos falar deles e nada disso nos interessa. Sairão daqui. Todos. Um a um. E que ninguém o duvide: sairão em desonra. Em opróbrio. Em vergonha. Ninguém os esquecerá. Ficarão para a História. Não esperem, evidentemente, uma comunidade disposta a tolerar a mais pequena afronta. Todos faremos o que estiver ao nosso alcance para proteger a nossa dignidade deste ultraje. Este travesti ilegal e eticamente repugnante simplesmente resultará improcedente. Não conseguirão. Nem sei se perceberam exactamente em que cavalo apostaram. A ambição tem limites. Tem mesmo. Quem tudo quer, tudo perde. Perderão muito mais do que um cargo e os ambicionados suplementos remuneratórios. Não pensem no que irão perder. Já perderam. Desprezaram o amor-próprio e a dignidade.

    Há poucos momentos assim na vida. Quando chegam, uns percebem a sua exacta dimensão e ficam do lado certo da História, outros ficam do outro lado. É essa a irremediável sentença do Tempo. Nunca esta escola se pautou por coagir quem quer que fosse ao que quer que fosse. É essa a nossa cultura: liberdade responsável, profissionalismo e generosidade. Agora, como dizia alguém solidário connosco, "quanto mais um homem se agacha, mais se lhe vê o rabo".
    Vejamos a quem o ditame se aplica.

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