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Manuela Ferreira Leite promete mudar tudo na Educação caso vença eleições
"A presidente do PSD prometeu hoje mudar os estatutos do aluno e da carreira docente, o sistema de avaliação dos professores e aliviar a carga burocrática a que estão sujeitos, caso vença as eleições legislativas.
Esses quatro compromissos farão parte do programa eleitoral social-democrata, anunciou Manuela Ferreira Leite, em declarações aos jornalistas, em Lisboa, a meio de uma reunião sobre educação enquadrada no Fórum Portugal de Verdade do PSD.
“No nosso programa não poderemos deixar de contemplar a alteração destes quatro aspectos que estão a paralisar o sistema, estão a torná-lo inviável, desmotivador da acção dos professores”, declarou.(...)"
Mas o que é que significa mudar tudo? Não adianta anunciar cosméticas de última hora e ao sabor da oportunidade mediática para convencer quem quer que seja. Os professores têm memória e não ouviram uma só palavra de apoio desta organização política nos momentos mais difíceis da sua justa luta: quando estavam quase isolados e tinham quase tudo contra eles.
O problema é de convicção e de agenda política. Sabe-se que o PSD é favorável à divisão da carreira dos professores e que não tem nenhuma proposta concreta em relação à avaliação. É evidente que é redundante e óbvio afirmar que o modelo de avaliação é um monstro burocrático: isso sabe-se há ano e meio e até o próprio governo o admite.
E sobre a gestão escolar o PSD nada diz. O estatuto e a avaliação são de um injustiça brutal para os professores, mas a modelo de gestão que se quer impor é o mais nefasto para o poder democrático das escolas. Esta constatação já nem carece de mais demonstração. Mas sabe-se que o PSD ouve a tal de FNE que é uma defensora acérrima de um modelo de gestão que reúne todas as condições para que esta organização receba mais uma valente tonelada de euros proveniente do próximo quadro europeu de apoio. Basta passar pelos mais variados blogues de professores para se verificar a desconfiança generalizada sobre a posição desta organização política que, e a poucas semanas das eleições legislativas, tem o desplante de afirmar que está ainda a estudar os assuntos. Estiveram quatro anos a dormir? Os professores é que não.
ResponderEliminarEVIDENTE( MENTEM ).
Para mim esta mensagem é mais uma mentira. Fui, Administrativo e mais tarde Quadro Técnico na Função Pública, aposentei-me com 42 anos de Serviço, durante o ultimo governo de que ela fez parte. Ninguém no mundo me faz acreditar numa palavra dita por ela. A imposição de toda a Avaliação que está a ser utilizada, foi me feita no último ano de serviço, já como Engº Técnico Informático e conteúdo da avaliação já nessa altura era desadequado a cargos técnicos específicos. Nunca esquecerei o mal que ela fez aos Trabalhadores da Função Publica, nos governos de fez parte. Não esqueçam que ela também foi uma Ministra da Educação de má memoria.
ResponderEliminarUm abraço, do amigo
João Ramos Franco
Ai sim?
ResponderEliminarViva João.
ResponderEliminarMas com o partido que suporta o actual o governo a manter as políticas educativas que tanto mal fizeram ao país, o facto de Manuela Ferreira Leite conseguir ganhar as próximas legislativas é uma hipótese que ganha cada vez mais força.
É que o PS não só mantém as políticas como faz gala disso. E de lá de dentro nem uma voz discordante se ouve.
Estranho, muito estranho.
Abraço e obrigado.
Nada sobre gestão escolar. Nada sobre a supressão da divisão da carreira. Por isso: nada. Uma soma de coisa nenhuma.
ResponderEliminarParece um jogo de espelhos ou uma
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